sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Programa Mais Médicos ou financiamento da ditadura Cubana? Por Gesiel Oliveira

O programa mais médicos era na verdade um esquema de financiamento da ditadura Cubana institucionalizado pelo PT. Vamos aos fatos: 

1) Bolsonaro não expulsou os médicos cubanos, apenas pediu regras claras e mais humanas: que eles se sujeitassem ao exame "REVALIDA" realizado pelo Conselho Federal de Medicina, como é exigido para qualquer médico formado fora do Brasil e que queira trabalha aqui. 

2) Bolsonaro quis melhorar o programa solicitando que como qualquer profissional em território nacional seus salários sejam recebidos integralmente e não que Cuba fique com 70% e o trabalhador com somente 30%. Isso caracteriza um sistema de escravidão institucionalizada, que acoberta um financiamento da ditadura cubana disfarçado de programa de saúde. Essa forma de pagamento é alvo de outro pedido nos processos movidos pelos cubanos. Eles querem o recebimento do valor integral pago pelo governo brasileiro. Desde o início do programa, o Ministério da Saúde transfere à CUBA o valor de R$ 10.570 para cada médico, reajustado neste ano para R$ 11.520. Os profissionais cubanos então recebem somente de R$ 3 mil -- o resto R$8.520 fica com o governo de Cuba. Ou seja o Brasil repassa por mês só para Cuba R$ 95.984.640 ou seja R$ 1.151.815.680 por ano. 

3) sabe por que aos médicos cubanos é proibido trazer suas famílias? Porque com isso o médico Cubano não terá a possibilidade de, querendo, pedir asilo e ficar trabalhando aqui no Brasil. É uma chantagem da ditadura cubana, que fica com a família do médico para aplicar às famílias as penalidades que assim julgar necessário caso o médico resolva ficar no Brasil. 

4) uma das regras para envio de médico para o Brasil era que eles fosse casados. São raros os médicos solteiros que vieram para o Brasil, e mesmo esses também possuem as suas famílias que ficaram lá em Cuba. O objetivo era garantir o retorno dos médicos comunistas na base da chantagem. 

5) Bolsonaro quer que o médico possa trazer sua família. Isso irritou a ditadura da Ilha de Fidel. 

6) há inúmeras ações da PF e do MPF que apontam que muitos desses médicos nunca fizeram faculdades de medicina. Um era pedreiro e outro engenheiro atuando no sudeste. Um esquema foi descoberto pela PF em MS que falsificava certificados de medicina e introduzia os falsos médicos no sistema "mais médicos". 

7) a ditadura cubana chamou os médicos de volta com medo da chegada de Boslaonro. Resta agora saber se todos eles voltarão. Alguns casaram aqui no Brasil e agora tem família e cidadania brasileira. Muitos desses se desligaram do programa e agora estão sendo perseguidos e vivem mudando de cidade. 

8- Era proibido às famílias dos médicos visitarem o Brasil, exatamente porque Cuba sabia da grande possibilidade deles não retornarem a ilha, e ficarem por aqui pelo Brasil para fugir do regime de escravidão socialista e poderem trabalhar livremente sem a expropriação dos seus salários pela ditadura. 

9) Cuba sabia da grande possibilidade, com a chegada de Bolsonaro ao poder, de descobrirem essa fraude, de que muitos era na verdade eram militantes cubanos disfarçados de médicos, e por isso mandou chamar de volta às pressas todos eles. 

10) O Brasil repassava anualmente, nesse esquema socialista disfarçado de programa mais médicos, cerca de R$ 1,5 bilhão pagos por impostos dos brasileiros a ilha da ditadura de Fidel Castro. 

11) E para finalizar, o Brasil pode contratar a hora que quiser o dobro da quantidade desses falsos médicos, contratando brasileiros que estudaram no Brasil e também no exterior (cerca de 20 mil que estão nessa situação) que voltaram ao Brasil e estão desempregados. Por mais profissionais brasileiros! Por mais empregos para os brasileiros. #revalidação de diplomas de brasileiros que cursaram no exterior graduação e pós-graduação. Utilizando regras claras para garantir a segurança da saúde dos brasileiros e valorizar nossa mão de obra nacional. 

12) Entre 2013 e 2017 o governo de Dilma e Temer já repassaram a ditadura cubana mais de R$ 7,1 Bilhões, dinhwiro do contribuinte brasileiro que vai e não volta mais nesse esquema comunista. Com a contratação de médicos brasileiros, todos esse dinheiro passa a circular aqui no Brasil, gerando empregos, renda e fomentando o desenvolvimento. 


 Por Gesiel Oliveira - drgesiel.blogspot.com

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Depois de passar fome e vencer na vida militar, índia Waiãpi é a 1ª mulher amapaense a compor equipe de transição de Bolsonaro

Do interior da floresta amazônica, aos 14 anos, ela resolveu ir para a cidade, morou nas ruas, passou fome, aprendeu a ler, mas nunca desistiu de continuar estudando, até ser aprovada para os quadros do Exército Brasileiro. Foi condecorada com diversas medalhas de literatura. Estudou artes, foi atleta, virou fisioterapeuta e cursa hoje a terceira graduação em saúde. Essa é a trajetória de Silvia Nobre Waiãpi que, aos 35 anos, tornou-se a primeira militar indígena a integrar as Forças Armadas no Brasil, no último dia 3 de fevereiro. A índia disputou uma vaga com 5.000 candidatos e foi aprovada com uma das melhores pontuações no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro, onde concluiu o treinamento e hoje serve no Hospital Central do Exército como aspirante. Depois de seis meses, será promovida a 2º tenente.

“Eu queria estudar, mas enquanto mulher indígena era muito difícil”, contou ao UOL Notícias. Natural do Estado do Amapá, Silvia nasceu na aldeia da etnia Waiãpi no Parque Indígena do Tumucumaque, extremo norte do país, na fronteira com a Guiana Francesa. Os cerca de 700 Waiãpi que existem hoje ocupam, há mais de dois séculos, os confins da Amazônia brasileira, entre os rios Jari, Oiapoque e Araguari. Da aldeia ao centro urbano mais próximo são, pelo menos, dois dias de viagem de estrada de terra batida e barco. Silvia conta que, aos 4 anos, sofreu um grave acidente e ficou hospitalizada por meses na capital Macapá. “Aproveitei para estudar”, afirma. A índia se tornou mãe aos 13 anos, decidiu abandonar a aldeia e se mudar para o Rio de Janeiro. “Vim sozinha. Não conhecia ninguém, dormi nas ruas por alguns meses. Eu tinha uma pedra, que acreditava que era sagrada, e a vendi para comer. Com aquele dinheiro eu consegui comer uns dois dias. Depois comecei a vender livros de porta em porta”, lembra. 

 Ainda adolescente, Silvia começou a declamar poesias e diz que foi incentivada a escrever pela Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio (APPERJ). Ela resolveu estudar artes e ganhou prêmios por seus poemas: a medalha Cultural Castro Alves, a medalha Monteiro Lobato e também um prêmio de jovem escritora da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul. “Eu a conheci novinha, lembro perfeitamente daquele período. Era muito esperta, ativa e simpática. Eu tinha um carinho enorme por ela”, conta Messody Benoliel, uma das sócias fundadoras da (APPERJ). Hoje, aos 77 anos, Messody lembra que, no início dos anos 90, Silvia frequentava os encontros literários todas as terças-feiras, em Copacabana. “Eu a considero uma profissional. Ela entrava no palco e declamava muito bem as poesias.” Os poemas, lembra, falavam sobre temas da floresta. A última vez que as duas se encontraram foi num evento em 2010. “Para mim é uma surpresa saber que a Silvia é a primeira índia no Exército”, disse. 


Da arte para o esporte 

O esporte foi a paixão seguinte da indígena.Disposta a  correr, ela foi motivada por um técnico do clube Vasco da Gama. “Me apaixonei pelo esporte”, disse Silvia, que deixou as artes e direcionou os estudos para a área da saúde e fisioterapia ligada ao esporte. “Não me causa espanto que ela tenha sido a primeira índia a entrar para o corpo das Forças Armadas”, disse ao UOL Notícias Cristiano Viana Manoel, 27, fisioterapeuta que durante quatro anos acompanhou de perto a trajetória de Silvia como atleta. “Nos conhecemos na concentração de atletas que o clube tinha em Teresópolis. Éramos sete homens e três mulheres e uma rotina intensa de treinamento. A Silvia se dedicava muito tentando se superar. Eu digo superação porque, na época, ela sofria de problemas de saúde e às vezes passava mal e até chegava a desmaiar nas competições.” O caminho dos colegas voltou a se cruzar em 2003, quando estudaram fisioterapia juntos na Unisuam (Centro Universitário Augusto Motta), no Rio. 

Lá eles formaram uma equipe de atletas que recebiam bolsa da universidade para competir. De atleta, Silvia passou a ser coordenadora da equipe de atletismo na universidade. “Nós fomos tricampeões no circuito esportivo da Universidade de São Paulo, conhecido como a Volta da USP em 2003, 2004 e 2005”, relembra Cristiano. 

Aprovada na Marinha e Exército 

O contato de Silvia com o mundo militar se deu quando trabalhava como fisioterapeuta e acompanhava um grupo de fuzileiros navais. Resolveu concorrer à carreira de militar e prestou concurso em 2009, quando foi reprovada. 

Tentou pela segunda vez, no ano seguinte, a Marinha e o Exército. “Fui aprovada nos dois e escolhi o Exército. A seleção foi dura, fui convocada para fazer prova oral, teve análise de títulos e currículo, depois fiz um teste físico”, afirma. Na formação de 45 dias para ser oficial do Exército, Silvia era uma das 37 mulheres no treinamento. Hoje, ela divide o seu tempo no Exército, em cursos de especialização em saúde pública na UFF (Universidade Federal Fluminense), gênero e sexualidade na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e está começando agora a cursar a sua terceira graduação, em gestão hospitalar numa universidade particular. 

Retorno para a aldeia 

Desde que deixou sua aldeia, Silvia voltou apenas quatro vezes para visitar o povo Waiãpi. A última vez foi há sete anos. “É muito longe e caro. Cada vez que vou lá é uma surpresa. 

Às vezes a gente se fala por telefone quando eles estão numa outra aldeia de povos amigos, que tenha sinal de telefone.” Na sua aldeia, nem todos os índios sabem falar português e os mais velhos “preferem não saber o português”. Silvia acredita que carrega a responsabilidade de “abrir espaços ainda não alcançados”. Como colaboradora do Conselho Nacional da Mulher Indígena (Conami), ela defende o fortalecimento da expressão dos povos indígenas. “Quero abrir uma nova ponte para mulheres índias no Brasil, não só nas Forças Armadas, mas em outros segmentos. Já tenho amigas que disseram que agora vão se preparar para entrar nas forças.” Hoje, Silvia vive com seus três filhos e uma neta no Rio de Janeiro. Ela casou  com um militar do Exército. Quando veio ao Rio, a índia já era mãe de Ydrish, hoje com 22 anos e estudante de farmácia. Depois, aos 15 anos, Silvia teve Tamudjim, que cursa direito, e, cerca de dois anos depois, teve Yohana, que está começando a estudar relações internacionais.

A escolha para compor o novo governo 

Não só pela sua história, mas principalmente por sua competência, a agora Tenente do Exército Brasileiro e amapaense Sílvia Nobre Waiãpi, foi uma das quatro mulheres em todo Brasil escolhidas  para compor a cúpula da equipe de transição do novo governo d Silvia e Bolsonaro. É a primeira mulher indígena e amapaense a integrar a Força Terrestre do novo governo. Mulher+índia+Tenente do Exército+ Amapaense! 👏👏👏👏 #OrgulhoTucuju


Fonte: Fabíola Ortiz/UOL.