Essas próximas eleições serão tão importantes, que poderão mudar o curso da história do Brasil. Imagine o Brasil acordando em outubro de 2026 com um terremoto político: Flávio Bolsonaro, o herdeiro do bolsonarismo, eleito presidente com uma vitória esmagadora, varrendo o mapa eleitoral como um furacão que arrasta as velhas estruturas do petismo e do centrão. Não é mera especulação, as pesquisas já apontam para uma insatisfação popular galopante com o governo atual, onde a aprovação de Lula mal passa dos 35% em sondagens recentes do Datafolha. E se a direita, unida em torno de valores conservadores, conquistar não só o Planalto, mas uma maioria absoluta na Câmara dos Deputados e no Senado? O impacto será ainda maior ! Estamos falando de um cenário onde o Congresso se torna um baluarte inabalável, com pelo menos 300 deputados e 50 senadores alinhados à agenda de direita, e esse cenário está cada vez mais possível de acontecer. Isso não seria apenas uma alternância de poder; seria u...
O establishment brasileiro é um monstro invisível e habilidoso em um teatro de sombras tenebrosas. Por mais de seis anos, vimos Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ser elevado ao status de "guardião da democracia" pela grande imprensa, um eufemismo conveniente para quem, na prática, atuou como o braço executor de uma agenda progressista que atropelou direitos constitucionais e mirou no coração do bolsonarismo tentando a todo custo destruir esse movimento. Agora, subitamente, o mesmo consórcio midiático, controlado por esse sistema oculto, que o "idolatrava" vira a casaca e o ataca com fúria. É o clássico "use e descarte", uma metáfora perfeita para o cinismo do sistema: Moraes cumpriu sua missão de neutralizar Jair Bolsonaro, prende-lo, deixá-lo fora das eleições de 2026 e agora, como um "peão" no xadrez político, é sacrificado para preservar o rei, o establishment em si. Í caro togado: Moraes e as asas de cera derret...