Era 2019, e as ruas ferviam com o cheiro de esperança patriótica, bandeiras tremulando como asas de águias em voo rasante. Milhões bradavam contra a corrupção, pela família, pela pátria, um rugido que ecoava de Brasília ao Oiapoque. Mas devagar, como o veneno que se infiltra gota a gota, a reação do sistema começava. Não com tanques nas avenidas, mas com teclas de teclado e canetas de relator. Alexandre de Moraes, o ministro que se ergueu como um colosso judicial, tecendo uma teia de inquéritos que mais parecem redes de arrastão, transformou o Brasil num presídio de mordaça. Hoje, em novembro de 2025, os brasileiros não gritam mais, sussurram, se tanto. As redes sociais, outrora arenas de debate aceso livre, viraram pátios de recreio vigiados, onde um post errado pode render buscas e apreensões e bloqueio de redes sociais. E o pior, esse cala-boca não caiu do céu, foi construído tijolo por tijolo, normalizando o absurdo até que a impunidade reinasse suprema, como um rei sem coroa...
O Banco Master quebrou: O rombo que fez Brasília entrar em pânico e que está tirando o sono dos aposentados e servidores do Amapá
Eu sempre disse que o Brasil vive uma farsa financeira onde os grandes tubarões nadam em águas turvas, protegidos por redes de influência que vão do Planalto ao Supremo, enquanto o povo comum, aquele que acorda cedo e trabalha cinco meses do ano só para pagar imposto, fica com a rede vazia e o anzol quebrado. Pois bem, no dia 18 de novembro de 2025, o Banco Central deu o golpe final: decretou a liquidação extrajudicial do conglomerado Banco Master, o maior colapso bancário da história recente, com ativos de R$ 86 bilhões evaporando como fumaça. Daniel Vorcaro, o dono que se achava intocável, foi preso pela PF tentando fugir para Malta num jato particular, clássico de quem sabe que o castelo de cartas desabou. Mas o cheiro de podre não vem só de São Paulo, vem de Brasília, onde os altos caciques políticos suam frio, telefones não param de tocar e assessores correm para apagar rastros neste momento. Vamos aos fatos que ninguém na mídia vendida quer destacar: o Master não quebrou por ...