Há momentos na história de uma nação em que o véu se rasga, e a nudez do poder se expõe de forma tão crua que nem mesmo os mais hábeis tecelões da narrativa oficial conseguem remendar o tecido esfarrapado da credibilidade institucional. Estamos vivendo um desses momentos. O escândalo do Banco Master não é apenas mais um capítulo na longa novela da corrupção brasileira, é potencialmente o epílogo de uma república que há tempos cambaleava sobre alicerces corroídos pela promiscuidade entre poder político, judiciário e econômico. Daniel Vorcaro, empresário até então relativamente obscuro para o grande público, emerge agora como personagem central de uma trama que faria corar até os roteiristas mais nefastos e audaciosos de Hollywood. Sua relação com figuras do topo da hierarquia judicial brasileira, notadamente os ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, deixou de ser mera especulação de bastidores para se tornar objeto de investigação formal da Polícia Federal. E quando a PF con...
Em um mundo que outrora dançava ao som de acordos frouxos e diplomacias flexíveis, Donald Trump retorna ao Salão Oval como um titã, impondo uma nova ordem global que não tolera mais o veneno do radicalismo islâmico, o progressismo que destrói culturas ou o veneno da geopolítica expansionista da China comunista. Essa é a era da "América Grande de Novo", não apenas em slogans, mas em ações que ecoam como ações contundentes sobre o Oriente Médio. E o epicentro dessa tempestade foi ação de captura do ditador Maduro, e agora o foco de Trump se volta ao oriente médio, especialmente ao Irã, onde o regime teocrático dos aiatolás já ceifou mais de 43 mil vidas em uma repressão brutal aos protestos nacionais, deixando um rastro de 330 mil feridos, números que certamente podem estar subestimados de uma nação com um povo sufocado. Trump, com sua doutrina de pressão máxima, acena com a iminência de um ataque militar não como capricho, mas como xeque-mate geoestratégico para conter o ava...