O establishment brasileiro é um monstro invisível e habilidoso em um teatro de sombras tenebrosas. Por mais de seis anos, vimos Alexandre de Moraes, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), ser elevado ao status de "guardião da democracia" pela grande imprensa, um eufemismo conveniente para quem, na prática, atuou como o braço executor de uma agenda progressista que atropelou direitos constitucionais e mirou no coração do bolsonarismo tentando a todo custo destruir esse movimento. Agora, subitamente, o mesmo consórcio midiático, controlado por esse sistema oculto, que o "idolatrava" vira a casaca e o ataca com fúria. É o clássico "use e descarte", uma metáfora perfeita para o cinismo do sistema: Moraes cumpriu sua missão de neutralizar Jair Bolsonaro, prende-lo, deixá-lo fora das eleições de 2026 e agora, como um "peão" no xadrez político, é sacrificado para preservar o rei, o establishment em si. Í caro togado: Moraes e as asas de cera derret...