Em um mundo que outrora dançava ao som de acordos frouxos e diplomacias flexíveis, Donald Trump retorna ao Salão Oval como um titã, impondo uma nova ordem global que não tolera mais o veneno do radicalismo islâmico, o progressismo que destrói culturas ou o veneno da geopolítica expansionista da China comunista. Essa é a era da "América Grande de Novo", não apenas em slogans, mas em ações que ecoam como ações contundentes sobre o Oriente Médio. E o epicentro dessa tempestade foi ação de captura do ditador Maduro, e agora o foco de Trump se volta ao oriente médio, especialmente ao Irã, onde o regime teocrático dos aiatolás já ceifou mais de 43 mil vidas em uma repressão brutal aos protestos nacionais, deixando um rastro de 330 mil feridos, números que certamente podem estar subestimados de uma nação com um povo sufocado. Trump, com sua doutrina de pressão máxima, acena com a iminência de um ataque militar não como capricho, mas como xeque-mate geoestratégico para conter o ava...