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A nova ordem global implantada por Trump

 


Em um mundo que outrora dançava ao som de acordos frouxos e diplomacias flexíveis, Donald Trump retorna ao Salão Oval como um titã, impondo uma nova ordem global que não tolera mais o veneno do radicalismo islâmico, o progressismo que destrói culturas ou o veneno da geopolítica expansionista da China comunista. Essa é a era da "América Grande de Novo", não apenas em slogans, mas em ações que ecoam como ações contundentes sobre o Oriente Médio. E o epicentro dessa tempestade foi ação de captura do ditador Maduro, e agora o foco de Trump se volta ao oriente médio, especialmente ao Irã, onde o regime teocrático dos aiatolás já ceifou mais de 43 mil vidas em uma repressão brutal aos protestos nacionais, deixando um rastro de 330 mil feridos, números que certamente podem estar subestimados de uma nação com um povo sufocado. Trump, com sua doutrina de pressão máxima, acena com a iminência de um ataque militar não como capricho, mas como xeque-mate geoestratégico para conter o avanço chinês no oriente médio e especialmente no Ocidente. Pois, como diria o velho adágio, “quem não enfrenta o mal hoje, colhe o caos amanhã”.


Não se iludam, essa nova ordem global não é um castelo de cartas construído sobre areia movediça. Trump, em seu segundo mandato não consecutivo, uma façanha, reescreve as regras do jogo global com a precisão de um protagonista que tem total controle de cada peça desse xadrez geopolítico. Lembrem-se de como ele capturou Maduro na Venezuela, sufocando o chavismo sem pisar em solo estrangeiro. Agora, o foco se volta para Teerã, onde o regime dos mulás, liderado pelo aiatolá Ali Khamenei, transformou protestos econômicos em um banho de sangue. Relatórios da Human Rights Watch e da Anistia Internacional, atualizados até janeiro de 2026, confirmam pelo menos 43 mil a 50.000 mortes em apenas semanas de manifestações, com a agência HRANA – Human Rights Activists News Agency, documentando 330 mil a 360 mil feridos por tiros à queima-roupa, gás lacrimogêneo, torturas e espancamentos indiscriminados. É o maior massacre mundial das últimas décadas. Khamenei culpa os manifestando os classificando como "terroristas", mas o mundo todo sabe que a verdade é outra, onde uma ditadura sufoca qualquer tentativa de enfrentamento ao regime com punho de ferro de uma ditadura  teocrática islâmica que prefere o caos interno ao diálogo.


Trump não fica de braços cruzados. Fontes da Casa Branca, vazadas para veículos como o Wall Street Journal, indicam que uma operação militar é "virtualmente certa", com o Pentágono posicionando uma "armada massiva" no Golfo Pérsico, incluindo o porta-aviões Abraham Lincoln, esquadrilhas de caças F-35 e baterias de defesa antimísseis Patriot. Não é invasão, é contenção cirúrgica da ditadura que o perdeu o controle, termo técnico para uma estratégia que visa decapitar alvos chaves sem ocupar territórios. Trump ameaça "resgatar" os manifestantes, exigindo um novo acordo nuclear e o fim da repressão, sob pena de strikes "decisivos" que poderiam visar instalações nucleares em Natanz ou Fordow, mísseis balísticos Shahab-3 e até líderes seniores do Corpo de Guardiães da Revolução Islâmica (IRGC). A iminência é palpável: analistas do Washington Institute for Near East Policy alertam que o timing depende apenas de uma "janela operacional", que pode se abrir em a qualquer momento pois já estaria sendo planejada há semanas, ecoando as últimas palavras de Trump: "Se atacarem, será pior do que nunca".


Mas por que agora? Porque as forças armadas americanas, sob Trump, são uma máquina de guerra inigualável, um colosso que faz o regime iraniano parecer um anão beligerante. De acordo com o Global Firepower Index de 2026, os EUA ocupam o topo do ranking mundial com um Power Index de 0.0741 – quanto menor o índice, maior o poder, uma métrica que pondera mais de 60 fatores, incluindo efetivo, logística e finanças. O orçamento de defesa americano para 2026? Um colossal US$ 950 bilhões, quase o triplo dos US$ 350 bilhões da China. Em termos de tropas: 1,3 milhão de militares ativos, distribuídos assim, Exército: 454 mil soldados, Marinha: 334.600 marinheiros com 11 porta-aviões nucleares (contra zero do Irã), Força Aérea: 320 mil aviadores pilotando mais de 13 mil aeronaves, incluindo 1.800 caças stealth como o F-22 Raptor. Adicione a Força Espacial com 10.400 membros, guardando o domínio orbital, e a Guarda Costeira com 50 mil. Em comparação, o Irã ostenta "apenas" 610 mil ativos, com tanques obsoletos como os T-72 soviéticos e uma frota aérea minguada de 300 aviões, muitos dos anos 70. É o leão versus a raposa: Trump não precisa de uma guerra total; bastam drones Reaper e mísseis Tomahawk para neutralizar o arsenal iraniano, que depende de salvas de centenas de projéteis para sobrecarregar defesas, uma tática que falhou miseravelmente na guerra de 2025 com Israel.


Aqui entra o xadrez maior: essa ação não é só humanitária, é geopolítica pura, um contragolpe ao dragão chinês que estende suas garras sobre o Oriente Médio. Pequim, com sua "Iniciativa Cinturão e Rota", um eufemismo para neocolonialismo econômico, comprou a lealdade iraniana com investimentos bilionários. Dados do Banco Mundial mostram que a China absorve 94% das exportações de petróleo iraniano, cerca de 1,3 milhão de barris por dia, mantendo a economia de Teerã à tona apesar das sanções americanas. Em troca, o Irã serve de ponte para a influência chinesa no Ocidente: acordos trilaterais com Rússia e China, assinados em janeiro de 2026, incluem cooperações em infraestrutura, como portos no Golfo e corredores de transporte ligando a Ásia à Europa via Irã. Pense na mediação chinesa de 2023 entre Arábia Saudita e Irã, ou nos exercícios militares conjuntos com Teerã e Abu Dhabi, é Pequim infiltrando-se no quintal americano, financiando proxies como os Houthis no Iêmen, que atacam rotas marítimas vitais como o Mar Vermelho, custando bilhões ao comércio global.


Trump vê isso como uma ameaça existencial. Contendo o Irã, ele asfixia a China: sem o petróleo iraniano, que representa 11% das importações chinesas, Pequim enfrenta escassez energética, enfraquecendo sua máquina industrial que devora 15 milhões de barris diários. É uma manobra de "contenção estratégica", explicada como o cerco a um adversário para limitar sua expansão, semelhante à Doutrina Truman contra a URSS. Relatórios do US-China Economic and Security Review Commission de 2024 alertam que a influência chinesa no Oriente Médio dobrou em cinco anos, com comércio saltando de US$ 263 bilhões para US$ 500 bilhões. Trump contra-ataca: sanções sob o Magnitsky Act contra violadores de direitos humanos no IRGC, congelamento de ativos chineses ligados ao Irã, e apoio a Israel para desmantelar redes de mísseis. É o "rugido do leão" que faz o dragão recuar – uma metáfora que captura a essência: América, o predador alfa, reafirmando domínio sobre presas oportunistas.


Critico veementemente os que chamam isso de "belicismo imprudente". Onde estavam os liberais quando Khamenei massacrava seu povo? Onde a ONU, paralisada por vetos chineses e russos? O conservadorismo de direita sempre defendeu que a paz vem da força, não da fraqueza, como Reagan derrubou o Muro de Berlim sem disparar um tiro. Trump herda esse legado: em 2025, sua pressão evitou uma guerra nuclear no Oriente Médio ao forçar o Irã a recuar em Gaza. Agora, com protestos iranianos ecoando gritos de "Morte ao ditador", um ataque pontual poderia catalisar uma transição, libertando 89 milhões de iranianos do jugo teocrático. Dados da ONU mostram que, desde 1979, o regime executou 20 mil dissidentes; sob Trump, isso pode acabar.


Contudo, riscos existem: o Irã ameaça "dedos no gatilho", com mísseis capazes de atingir bases americanas em Bahrein ou Qatar. Mas com superioridade aérea americana, 13 mil aviões contra 300, é blefe. A nova ordem trumpiana prioriza a sempre o “America First”: defendendo a pátria, deter China via Irã, e restaurar valores ocidentais. Como uma águia que voa alto, Trump vê o tabuleiro inteiro, enquanto rivais rastejam nas sombras.

Que essa ordem prevaleça, leitores. Porque no xadrez global, quem hesita perde o rei. Trump não hesita, e o mundo, querendo ou não, segue seu ritmo.


O silêncio estratégico de Lula: Um convite ignorado que pode custar caro ao Brasil

Enquanto Donald Trump molda uma nova ordem global com punho firme e visão clara, o Brasil de Lula permanece paralisado num limbo diplomático perigoso. O convite para integrar o Conselho da Paz, como alguns traduzem, lançado em Davos no dia 22 de janeiro de 2026, ainda paira sem resposta oficial. Trump, com sua astúcia habitual, estendeu a mão a cerca de 60 nações, incluindo o Brasil, para compor esse mecanismo que, inicialmente focado na reconstrução de Gaza pós-cessar-fogo, já sinaliza ambições globais de mediação em conflitos. É um desafio direto à ONU, onde os EUA detêm poder de veto no Conselho de Segurança, mas onde resoluções são frequentemente paralisadas por vetos chineses ou russos. Trump propõe um fórum mais ágil, presidido por ele próprio, com autoridade para vetar membros e decisões,  um contraponto pragmático ao multilateralismo lento e ideologizado que tanto agrada à esquerda global.


Lula, fiel ao seu DNA petista e ao foro de São Paulo, hesita. Em vez de aceitar ou rejeitar de forma clara, o Planalto optou por condições: limitar o escopo ao Gaza, incluir um assento permanente para a Palestina e, implicitamente, preservar o monopólio da ONU. Durante a ligação de 50 minutos com Trump no dia 26 de janeiro, Lula repetiu essas demandas, mas o silêncio sobre a adesão persiste. Fontes do Itamaraty vazadas para a imprensa indicam que o governo vê “problema de legitimidade” no conselho, temendo que ele se torne um “clube americano” onde Trump dita as regras. Macron, da França, já declinou; Lula, alinhado a essa turma progressista, flerta com o mesmo caminho. Mas esse jogo de gato e rato diplomático é um erro estratégico colossal.


Os impactos diretos nas relações bilaterais com os EUA são previsíveis, inevitáveis e nefastos. Trump não é homem de paciência infinita, quem não se alinha ao seu eixo de “América Primeiro” vira alvo de retaliações econômicas rápidas. Lembrem-se do “tarifaço” de novembro de 2025, que inicialmente ameaçou produtos brasileiros, mas foi revertido parcialmente após negociações, um lembrete de que Washington usa o comércio como alavanca. Hoje, o Brasil exporta cerca de US$ 35 bilhões anuais para os EUA (dados do Ministério da Economia de 2025), com soja, minério de ferro e aviões da Embraer liderando a lista. Uma escalada tarifária poderia custar bilhões em perdas, elevar a inflação interna (já em 5,8% acumulada em 2026, segundo IBGE) e aprofundar o desemprego acima dos 8%. Pior, Trump já demonstrou disposição para sanções seletivas contra nações que boicotam suas iniciativas, como ocorreu com aliados no Irã e na Venezuela.


Geopoliticamente, o silêncio de Lula isola o Brasil num continente que Trump está reorganizando. Com Maduro capturado e o chavismo em colapso controlado, os EUA avançam na contenção de influências chinesas e russas na América Latina. O “Board of Peace”, mesmo que expandido, serve como plataforma para alinhar nações pró-Ocidente contra o eixo Pequim-Moscou-Teerã. Recusar o convite, ou protelar indefinidamente, posiciona o Brasil como relutante, talvez até hostil, ao novo “sheriffe” do hemisfério. Isso pode significar menos investimentos americanos (já em US$ 120 bilhões em estoque direto, per Banco Central), menor cooperação em segurança contra o crime organizado transnacional (que Lula tanto pede) e, ironicamente, enfraquecimento da posição brasileira na ONU, onde o país sonha com assento permanente no Conselho de Segurança.


É uma metáfora amarga: Lula, o diplomata do “diálogo sul-sul”, arrisca virar o patinho feio do quintal americano. Enquanto Trump constrói pontes com quem aceita o jogo, 26 países já aderiram ao Board, segundo anúncios recentes, o Brasil fica de fora, refém de uma ideologia que prioriza a ONU como altar sagrado, mesmo quando ela falha miseravelmente em crises reais. O resultado? Um isolamento crescente, economia vulnerável a pressões externas e um 2026 eleitoral onde o petismo terá de explicar por que preferiu alinhar-se a velhas estruturas falidas em vez de pragmatismo que beneficia o povo brasileiro.


Trump não espera eternamente. O convite é uma porta aberta; a hesitação de Lula pode fechá-la com chave de ferro. E quando isso acontecer, o preço não será pago em Brasília, mas nas mesas dos trabalhadores, nos postos de gasolina e nas fábricas que dependem do mercado americano. A direita conservadora sempre alertou: em tempos de força, alinhar-se ao vencedor não é subserviência; é soberania inteligente. Lula escolhe o contrário, e o Brasil paga a conta.


Gesiel Oliveira, Professor de Direito Constitucional, Penal e especialista em Geopolítica Mundial, escritor, palestrante e colunista.


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