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Mostrando postagens com o rótulo argumentos

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10 argumentos para a ordenação de mulheres ao ministério (Por Gesiel Oliveira)

Com a chegada da nova convenção nacional, a CADB, Convenção Nacional das Assembleia de Deus no Brasil, que será lançada oficialmente no dia 02 de dezembro em Belém do Pará, e com a possibilidade do reconhecimento do ministério pastoral feminino que será um dos tantos diferenciais desta convenção, muitos pastores de outras regiões do Brasil ligados à CGADB se manifestaram contrariamente à iniciativa. Resolvi então escrever um artigo sobre o tão polêmico tema. Respeitando os discordantes, quero expor aqui as razões com fundamentos bíblicos pelas quais defendo a ordenação feminina. 1 – Em Cristo acabam as distinções étnicas, sociais e sexistas “Nisto não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não há macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus.” Gálatas 3:28 Se Deus pode incluir judeus e gentios no ministério, por que não incluiria tanto homens quanto mulheres? Se vamos manter a distinção entre sexos, deveríamos também manter a distinção entre dias, meses, an...

30 provas científicas da existência de Deus (Por Pr Dr Gesiel de Souza Oliveira)

Sou pastor evangélico e conclui três faculdades: Geografia , Direito e Teologia, duas delas em uma Universidade Federal (Direito e Geografia). Mergulhei no conhecimento das teorias e teses filosóficas, científicas e antropológicas ao longo desses quase 14 anos de estudo. Conheci os principais postulados e paradigmas científicos, e concluí que a ciência está engatinhando no que se refere as três grandes questões da humanidade: 1) quem somos, 2) de onde viemos e 3) para onde vamos. Para comprovar isso, e cientificamente comprovar aos incrédulos e céticos que Deus existe, resolvi relacionar alguns argumentos fáticos/científicos desse Criador, mesmo que Ele não esteja ao alcance da nossa tangibilidade humana.  1. Tudo que existe em nosso mundo tem causa.  2. Partindo dessa premissa, inferimos que o universo tem uma causa  3. Nada no nosso espaço pode ser causa de si mesmo. 4. O universo não pode ser causa de si mesmo (portanto, a teoria do Big Bang ca...

O evangélico não deve se envolver em política? (Por Gesiel de Souza Oliveira)

"Há tempo de orar, há tempo de agir e há tempo de esperar, estamos no tempo de fazer os dois primeiros e esperar que as mudanças que sonhamos venham". O que temos visto nas últimas décadas é um crescimento quantitativo dos evangélicos, mas em termos de expressão e representação, uma estagnação ou até mesmo um retrocesso. Somos muitos (quase 50 milhões de evangélicos no Brasil) mas pouco ou quase nada, em termos de representação legislativa. A grande mídia vem sistematicamente servindo como plataforma para propalar os ideais do liberalismo anticristão, um processo que ganha força a cada dia: o “estereótipo do evangélico alienado da politica”. Isso tem ajudado a explicar porque tanta gente critica a representação na política por parte de membros ou pastores de igrejas em todo o Brasil. Por outro lado, existem mais de 900 projetos de lei tramitando só no âmbito do congresso nacional, que afrontam a igreja, princípios cristãos, família, casamento, liberdade religiosa, de ex...

Minha opinião sobre o aborto (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)

Primeira, analisando argumentos biológicos e legais, entendo que o feto é um ser humano, então deve possuir os mesmo direitos que qualquer indivíduo, adulto ou não, nascido ou não. Não há como traçar uma linha (que seja livre de contestações) na qual se possa determinar quando o feto passa a ser uma pessoa ou a possuir vida, então o melhor é partir do pressuposto que se trata de uma vida desde o momento da concepção. Toda pessoa tem direito à vida, logo, o feto também deve possuir esse direito. A mãe deve ter o direito de decidir sobre o que ocorre com o seu corpo, mas não com o corpo que está em seu útero. A grávida tem obrigação moral de suportar os meses da gestação e parir seu filho. O primeiro argumento que sempre surge contra a opinião cristã sobre o aborto é: “E no caso de estupro e/ou incesto?”. Por mais horrível que fosse ficar grávida como resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a resposta certa? Dois erros não fazem um acerto. A criança r...