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O Nobel da Paz de Corina Machado: A luta da mulher guerreira que está prestes a implodir a ditadura de Maduro e sacudir o continente esquerdista sul-americano.

    Ah, o Nobel da Paz, não um mero colar de ouro, mas uma arma ideológica que conquista corações e mentes sem disparar um tiro, construída só com ideias afiadas como navalha e verdades incômodas. Em 2025, o comitê norueguês jogou essa bomba no colo de Maria Corina Machado, a leoa venezuelana que luta contra o regime ditatorial de Nicolás Maduro há mais de duas décadas. "Por seu trabalho incansável promovendo direitos democráticos e uma transição pacífica da ditadura para a liberdade", bradaram os jurados, unificando a oposição como nunca antes. É o tapa na cara do velho chavismo que o mundo precisava: enquanto Maduro se agarra ao poder como pulga em cachorro sarnento, Machado ganha o Nobel que Obama sonhou mas não mereceu. Isso não é só um prêmio, é o sino que toca o fim do socialismo tropical, ecoando de Caracas a Brasília arrepiando as velhas castas que uma onde de mudança vem varrendo tudo.   No coração podre da Venezuela, o impacto é como um terremoto de 9 grau...

Nossa jornada (Por Gesiel de Souza Oliveira)

No soluço solitário da incerteza dessa jornada Peço a Deus que me dê força pra prosseguir nessa estrada Chorando e andando sem para trás olhar O caminho é para frente, é pra lá que vou andar Os temores e lembranças dos fracassos logo tentam me parar Mas não olho para os lados, fecho meus ouvidos e sigo a caminhar Nas beiras dessa estrada pedregosa por onde trilhei Muitas flores de esperança foram regadas pela lágrimas que derramei Quando os pássaros pararem de cantar Quando o vento parar de soprar Quando a poeira do meu rosto desse caminho Se misturar as lágrimas e cicatrizes dos espinhos Quando o sol se pôr e a escuridão chegar Quando o meu grito solitário ninguem puder escutar Saberei que é no silencio que Ele está a me ensinar Pois essa dura jornada não veio pra me fazer morrer Pelo contrário, veio para me fortalecer e me ensinar a sobreviver Por mais escura que seja a noite sem luar Ela não impedirá o fulgência de um novo raiar Prossiga sonhando, persistindo e lutando sem murmurar ...

Viva a vida! (Por Gesiel Oliveira)

Reclamamos e dizemos que nossa vida não muda, não melhora, que tudo o que desejamos não dá certo, esquecemos de que somos únicos no mundo. Privilegiados e diferenciados dentre 7 bilhões. Comemos, bebemos, trabalhamos, dormimos e permanecemos a reclamar sem nos movermos do lugar, esperando que as coisas mudem, sem que nossas atitudes mudem. Perdemos muito tempo fazendo o dispensável e deixando pra depois o indispensável. Começamos e paramos constantemente, pois invertemos a ordem de prioridades. Não somos capazes de lembrarmo-nos do que comemos ontem, da data do aniversário do nosso filho, de nossos compromissos com a nossa família, mas não esquecemos de nenhum detalhe que envolva dinheiro, trabalho e outras trivialidades que desnorteiam-nos de nossas metas. Sequer somos capazes de lembrarmo-nos das datas importantes nas vidas dos que estão próximos de nós e dos únicos que verdadeiramente se importam conosco. A crise de prioridades começa quando valorizamos mais o que aparentamos se...