domingo, 17 de fevereiro de 2019

A farsa de Chico Mendes



A esquerda sempre cria falsos heróis para manter a luta pelo poder. Chico Mendes é só mais um. Chico Mendes, seringueiro, foi alfabetizado aos 19 anos por um comunista chamado Euclides Távora que foi morar em Xapuri. Távora participou do levante comunista de 1935 em Fortaleza e na Revolução de 1952 na Bolívia.

Nos anos 70 vivíamos o Regime Militar e o governo abria o norte do país aos fazendeiros. Os seringueiros viviam do extrativismo e foram usados pelos comunistas, em especial Chico Mendes para criar tensão no Acre, ferindo a soberania nacional com o apoio de Ongs estrangeiras, Teologia da Libertação e do PRC.

De seringueiro Chico Mendes virou sindicalista, em 1975 se tornou secretário do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Brasiléia e em 1977 criou o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Xapuri. Também fundou a CUT no Acre. Chico Mendes foi do PRC (Partido Revolucionário Comunista, partido clandestino).

“O PRC era uma estratégia para estar em vários lugares e continuar avançando naquilo que a gente imaginava que ia fazer: A REVOLUÇÃO ARMADA NO BRASIL. A gente sonhava alto”. (Júlia Feitosa, amiga de Marina Silva, trabalhou no Governo do Acre, atualmente PT).

Chico Mendes era o líder da célula comunista do PRC no Acre, porém como o PRC era um partido clandestino, com a saída dos militares do poder, fundou o PT no Acre e por este partido concorreu duas vezes a deputado estadual nos anos 80 e duas vezes perdeu com votações insignificantes.

A luta do Chico Mendes passa longe do Meio Ambiente, na verdade ele e os seus invadiam fazendas, tomavam terras (posseiros) e praticavam vandalismo.

Uma fazenda, certa vez, foi invadida pelo grupo do Chico Mendes e um capataz foi assassinado. Chico Mendes foi preso por esse crime. Nos anos 80 as Ong's começaram a ganhar força no Brasil e passaram a atuar fortemente na Amazônia, sabemos hoje que através delas nossas riquezas são exploradas e vendidas no mercado negro, além da ideia que nunca morreu de se criar uma nação dentro do Brasil. 

Essas Ongs, também interessadas em tirar os fazendeiros da região, se uniram ao pessoal do Chico Mendes e ajudaram a manter a luta revolucionária financeiramente por lá. Com discurso ambientalista, essas Ongs só conseguiram emplacar seus fundamentalismos após a morte do Chico Mendes.

Chico Mendes estava pouco se lixando para a floresta, usou os seringueiros na luta revolucionária com o discurso extrativista. Nessa estratégia criou o tal de EMPATE que consistia em colocar seringueiros, principalmente mulheres e crianças à frente dos embates com os fazendeiros. (Vindo de um comunista a covardia faz parte da luta).

Quem mora no Acre conhece a verdadeira história do Chico Mendes que só virou “herói” da esquerda e do ambientalismo esquerdista após a sua morte. Em vida, ninguém no Brasil sabia quem era.

Acreanos afirmam que ele era um vagabundo, cachaceiro, arruaceiro, nunca gostou de trabalhar além de ser um mau-caráter. Seringueiros afirmam que jamais se sentiram representados por ele.

Em dezembro de 1988, Chico Mendes, com 44 anos, foi morto com tiros de espingarda no quintal de sua casa. Morre o comunista e nasce o “herói” ambientalista da esquerda que de ambientalista nada tinha.

O Ministro Ricardo Salles perguntou no Roda Viva: “Que diferença faz Chico Mendes?” Mostrando a irrelevância do mesmo para o Meio Ambiente. Correto está o Ministro, Chico Mendes foi uma farsa, mais uma das muitas criadas pela esquerda e sustentada pela mídia, universidades, livros e por todo aparato comunista no mundo."








Artigo de Carla Pola


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