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Trump à beira da invasão: A ofensiva americana contra a Venezuela e o medo petista de Lula que expõe a hipocrisia nacional

 


O horizonte latino-americano escurece com o rugido iminente de uma ofensiva militar americana contra a Venezuela, uma operação que transcende o mero combate ao narcoterrorismo para se tornar um libelo contra regimes híbridos que fomentam o caos hemisférico e desafiam a hegemonia ocidental. Sob o comando resoluto de Donald Trump, que ordenou o posicionamento de uma frota naval colossal no Mar do Caribe, incluindo oito navios de guerra, como o porta-aviões USS Dwight D. Eisenhower com capacidade para 90 aeronaves, destróieres de mísseis guiados da classe Arleigh Burke equipados com 96 mísseis Tomahawk cada, e submarinos nucleares da classe Virginia capazes de lançar torpedos MK-48 e mísseis de cruzeiro, os Estados Unidos cercam o regime de Nicolás Maduro com uma força que evoca as doutrinas Monroe revitalizadas. 

Essa armada, avaliada em US$ 50 bilhões em ativos navais e apoiada por 15.000 marines prontos para desembarque anfíbio, não é mera demonstração de poder: é uma resposta ao fluxo anual de 300 toneladas de cocaína e 100.000 overdoses fatais por fentanyl nos EUA, orquestrado pelo Cartel de Los Sóis venezuelano, que lucra US$ 50 bilhões por ano e infiltra redes como o Primeiro Comando da Capital (PCC) no Brasil. Enquanto Maduro mobiliza sua milícia de 4 milhões de membros e drones chineses para uma defesa quixotesca, o Brasil, sob o governo petista de Lula, revela sua hipocrisia abissal: após negar veementemente classificar o PCC e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, o Planalto agora ordena uma operação da Polícia Federal contra o PCC, um recuo covarde que expõe o pavor de que as garras de Trump alcancem as fronteiras brasileiras, punindo uma nação refém de sua própria inépcia diplomática.

A escalada americana, detalhada em relatórios do Pentágono e confirmada por fontes como a Reuters e o Washington Post, posiciona uma força naval que inclui o cruzador USS Ticonderoga com sistemas Aegis capazes de neutralizar ameaças aéreas em um raio de 500 quilômetros, além de fragatas da classe Constellation equipadas com radares SPY-6 para vigilância eletrônica. Essa concentração de poderio, com 12 navios auxiliares de logística transportando 50.000 toneladas de suprimentos e drones MQ-9 Reaper para reconhecimento aéreo, é projetada para uma operação que pode durar semanas, visando capturar Maduro, cuja recompensa pela cabeça é de US$ 15 milhões, e desarticular uma rede que exporta 70% da cocaína global via rotas venezuelanas. Trump, em discurso na Flórida em 27 de agosto de 2025, qualificou o regime de Caracas como um "narco-estado terrorista" responsável por 107.000 mortes anuais nos EUA por overdoses, um holocausto químico que justifica a invocação da Lei de Autorização para o Uso de Força Militar contra Ameaças Narcóticas, promulgada em julho de 2025. A Venezuela, com suas reservas de 303 bilhões de barris de petróleo, equivalentes a 18% das reservas globais comprovadas, torna-se não apenas um alvo estratégico, mas um troféu econômico, com os EUA visando estabilizar o suprimento de energia hemisférico e conter a influência chinesa, que investiu US$ 60 bilhões no país desde 2007.

No entanto, a verdadeira ignomínia reside na contradição flagrante do governo petista de Lula, que em maio de 2025 rejeitou categoricamente o pedido dos Estados Unidos para classificar o PCC e o CV como organizações terroristas, argumentando que tais grupos são meras "facções criminosas" sem conotação política ou ideológica, conforme nota oficial do Ministério da Justiça petista. Essa recusa, endossada pelo ministro Ricardo Lewandowski, ignorou evidências americanas de que o PCC, com 11.000 membros e ramificações em 22 estados brasileiros, lucra R$ 1 bilhão anuais com o tráfico de drogas em parceria com cartéis venezuelanos, enquanto o CV, com 30.000 afiliados no Rio de Janeiro, controla 40% das favelas e exporta 50 toneladas de cocaína por ano. Relatórios do Departamento de Justiça dos EUA, citados pela Folha de S.Paulo, vinculam essas facções a atos de terrorismo urbano, como os atentados de 2006 em São Paulo que mataram 150 pessoas e paralisaram a cidade por dias. Lula, em declaração à CNN Brasil em 7 de maio de 2025, afirmou que "rotular criminosos como terroristas é uma estratégia imperialista para justificar intervenções", uma postura que ecoa sua solidariedade histórica com Maduro, visitado por ele em 2023 para discutir alianças no BRICS.

A mudança repentina de postura do governo petista 

Em 28 de agosto de 2025, coincidentemente horas após Trump anunciar o avanço naval, a Polícia Federal deflagrou a Operação Escudo, uma mega-ação contra o PCC no setor de combustíveis, resultando em 14 mandados de prisão, 14 buscas e apreensões, e o bloqueio de R$ 1,2 bilhão em ativos ligados a lavagem de dinheiro e fraude fiscal. Essa operação, que desarticulou uma rede que movimentava R$ 5 bilhões anuais em combustível adulterado, com participação do PCC em São Paulo e Rio de Janeiro, é um recuo patético de Lula, que agora, acuado pela proximidade da frota americana – a apenas 1.000 quilômetros das fronteiras brasileiras via Guiana –, finge rigor contra o crime organizado. Fontes do Valor Econômico revelam que a ação foi acelerada pelo temor de que Trump, ao capturar Maduro, estenda a ofensiva ao Brasil, classificando o PCC como extensão do Cartel dos Sóis e justificando sanções ou intervenções cibernéticas contra aliados petistas. Essa hipocrisia expõe o pavor de Lula: com o tarifaço de 50% já custando R$ 80 bilhões à economia brasileira e 1,2 milhão de empregos, o governo petista, que outrora negou o terrorismo interno para preservar narrativas ideológicas, agora age por instinto de sobrevivência, temendo que as botas americanas, após pisar em Caracas, marchem sobre Brasília para desmantelar uma "ditadura da toga" que protege impunidades.

A operação da PF contra o PCC, que resultou em cinco prisões imediatas e o desmonte de uma rede que fraudava 20% do mercado de combustíveis no Sudeste, equivalente a R$ 10 bilhões em evasão fiscal anual, é um ato de desespero que não engana: Lula, com sua diplomacia claudicante, vê na invasão venezuelana um espelho de sua própria vulnerabilidade. Trump, com uma aprovação de 52% entre latinos nos EUA segundo o Pew Research Center, usa a ofensiva para galvanizar sua base, prometendo erradicar o narcoterrorismo que infiltra 70% das fronteiras brasileiras via Amazônia, onde o PCC controla rotas que transportam 100 toneladas de drogas por ano. O recuo petista, após meses de negação, incluindo a rejeição de um projeto de lei na Câmara que classificaria o PCC como terrorista, com 250 deputados oposicionistas votando a favor, revela um governo refém de sua própria ideologia, que prioriza alianças com ditaduras como a de Maduro sobre a segurança nacional. Com 55% dos brasileiros, conforme o Datafolha de agosto de 2025, apoiando ações mais duras contra facções criminosas, Lula expõe sua fraqueza: o medo de que Trump, ao capturar Maduro e desarticular 50% do tráfico hemisférico, volte seus canhões para o Brasil, punindo uma nação que, por cumplicidade ideológica, tornou-se cúmplice do caos.

Essa contradição petista não é mera incoerência; é um libelo contra um regime que, em nome de um antiamericanismo anacrônico, sacrifica a soberania real do Brasil. Com a frota americana, composta por 2 porta-aviões, 4 destróieres, 2 submarinos nucleares e 10 navios de apoio logístico, totalizando uma força de fogo capaz de lançar 500 mísseis em uma hora,  cercando a Venezuela, Lula manda a PF atacar o PCC para sinalizar submissão, mas o gesto é palpável: as ações de Trump podem alcançar o Brasil, desmantelando não apenas cartéis, mas uma estrutura de poder que tolera o terrorismo interno. A história não absolverá os que, diante de tal ameaça, optam pela hipocrisia em vez da defesa resoluta da nação. O ataque à Venezuela é o prenúncio de um reckoning que o petismo, com sua covardia, acelerou irremediavelmente.

Contudo, o epicentro da ignomínia reside na hipocrisia do governo petista de Lula, que em junho de 2025 vetou o projeto de lei 2.720/2023 na Câmara dos Deputados, que classificaria o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, argumentando que tal rotulagem era "uma ferramenta de opressão imperialista" e que esses grupos eram "problemas sociais internos", conforme declaração do ministro da Justiça Flávio Dino à Agência Brasil. Essa negação, que ignorou relatórios da ONU estimando que o PCC, com 30.000 membros ativos e presença em 19 países, controla 40% do mercado de drogas no Brasil e lucra R$ 2,5 bilhões anuais com extorsões e lavagem de dinheiro, reflete a leniência ideológica do PT, que historicamente minimiza o terrorismo doméstico para preservar narrativas antiamericanas. O CV, com 20.000 afiliados e domínio de 70% das favelas cariocas, é responsável por 5.000 homicídios anuais no Rio, segundo o Instituto de Segurança Pública, e opera em aliança com cartéis venezuelanos para traficar 80 toneladas de cocaína por ano via portos brasileiros.

Mas o pavor petista irrompe como um vulcão: em 29 de agosto de 2025, horas após Trump intensificar o cerco naval, com a adição de dois submarinos da classe Ohio carregando 154 mísseis Tomahawk cada, Lula ordenou a Polícia Federal a lançar a Operação Tempestade, uma ação que resultou em 200 mandados de prisão contra líderes do PCC em São Paulo, Paraná e Mato Grosso do Sul, bloqueando R$ 3 bilhões em ativos e desarticulando uma rede que movimentava R$ 10 bilhões anuais em drogas e armas. Essa operação, que mobilizou 1.500 agentes e helicópteros Black Hawk, é um recuo humilhante, evidenciando o terror de que a ofensiva americana, após capturar Maduro e desmantelar 50% do tráfico hemisférico, estenda-se ao Brasil, classificando o PCC como extensão terrorista do regime venezuelano e justificando sanções ou intervenções diretas. Fontes do Estadão revelam que a ação foi precipitada por inteligência americana compartilhada com o GSI, alertando que o PCC recebe armas venezuelanas via fronteira amazônica, onde 90% das rotas de tráfico são controladas por facções brasileiras.

Essa virada petista, após meses de negação, incluindo a rejeição de uma proposta da OEA em julho de 2025 para uma força-tarefa regional contra o narcoterrorismo, que Lula chamou de "ingerência yankee", expõe a covardia de um governo que, acuado pela superioridade militar americana, com 1.300 bases globais contra zero da Venezuela, finge rigor para evitar o contágio da invasão. Com 60% dos brasileiros, segundo o Ipec de agosto de 2025, apoiando ações mais duras contra facções criminosas, e perdas econômicas do tarifaço de Trump alcançando R$ 100 bilhões em exportações, Lula revela sua fraqueza: o medo de que Trump, ao erradicar o Cartel dos Sóis, responsável por 20% do fentanyl nos EUA, causando 22.000 mortes anuais, volte seus mísseis para o Brasil, punindo uma nação que tolera o terrorismo interno por cumplicidade ideológica. A hipocrisia petista não é mera incoerência; é um libelo contra um regime que sacrifica a segurança nacional em nome de alianças espúrias.

A operação da PF contra o PCC, que resultou em 150 prisões e a apreensão de 5 toneladas de cocaína em depósitos no porto de Santos, onde o PCC controla 30% das operações, segundo a Receita Federal, é um ato de desespero que não redime: Lula, com sua diplomacia vacilante, vê na invasão venezuelana um espelho de sua vulnerabilidade, onde a leniência com facções como o CV, responsável por 40% dos homicídios em áreas urbanas brasileiras (28.000 mortes em 2024, per o Fórum Brasileiro de Segurança Pública), pode atrair a ira americana. Trump, agora usa a ofensiva para consolidar hegemonia, prometendo estender a luta ao Brasil se necessário. O recuo de Lula, após negar o terrorismo para preservar narrativas, expõe um governo refém do medo: as ações de Trump podem engolir o Brasil, transformando-o em um teatro de guerra onde a hipocrisia petista é o combustível da catástrofe. A história não perdoará os que, diante de tal ameaça, optam pela duplicidade em vez da defesa inabalável da pátria. O cerco à Venezuela é o arauto de um juízo final que o PT, com sua covardia, precipitou.


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