Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo indígena

Ouça esse conteúdo

O enigmático círculo rochoso milenar do Parque Arqueológico do Solstício em Calçoene

Quero compartilhar hoje com vocês uma experiência sui generis que tive quando conheci um lugar a cerca de 16 Km de sede do Município de Calçoene. Em Calçoene, fui apresentado a uma figura lendária naquela região, o Seu Garrafinha, como gosta de ser chamado o Sr Lailson Camelo da Silva, um senhor de 71 anos de idade, casado, avô de vários netos, que mora em frente à cidade de Calçoene, de frente para o Rio que corta a cidade. Ele é o guarda parque dessa enigmática região. Ainda pela noite jantamos juntos. Com ele estava sua esposa Dona Nilza. Ele me contou detalhes que me deixou ainda mais curioso e intrigado a respeito daquele magnífico e misterioso achado arqueológico localizado no interior do Calçoene.  No outro dia saímos ainda pela madrugada em direção a essa região cheia de mistério em Calçoene. Dali às margens do igarapé Rego Grande são 16 km de estrada poeirenta onde, em imagens justapostas, surgem terras florestadas, campos naturais, igarapés e rarefeitas casas cercadas por...

Depois de passar fome e vencer na vida militar, índia Waiãpi é a 1ª mulher amapaense a compor equipe de transição de Bolsonaro

Do interior da floresta amazônica, aos 14 anos, ela resolveu ir para a cidade, morou nas ruas, passou fome, aprendeu a ler, mas nunca desistiu de continuar estudando, até ser aprovada para os quadros do Exército Brasileiro. Foi condecorada com diversas medalhas de literatura. Estudou artes, foi atleta, virou fisioterapeuta e cursa hoje a terceira graduação em saúde. Essa é a trajetória de Silvia Nobre Waiãpi que, aos 35 anos, tornou-se a primeira militar indígena a integrar as Forças Armadas no Brasil, no último dia 3 de fevereiro. A índia disputou uma vaga com 5.000 candidatos e foi aprovada com uma das melhores pontuações no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro, onde concluiu o treinamento e hoje serve no Hospital Central do Exército como aspirante. Depois de seis meses, será promovida a 2º tenente. “Eu queria estudar, mas enquanto mulher indígena era muito difícil”, contou ao UOL Notícias. Natural do Estado do Amapá, Silvia nasceu na aldeia da etnia Waiãpi ...