sábado, 29 de setembro de 2018

Acordei de um terrível pesadelo - Por Gesiel Oliveira


Sonhei que estava no primeiro dia de janeiro de 2019. Neste macabro dia, o Brasil está assistindo atônito pela TV de sua casa a posse do Haddad como novo presidente do Brasil. Uma multidão de camisas vermelhas com estampas de Che Guevara, MST e #LulaLivre gritam ensandecidas. Nesse mar vermelho monocromático não se vê uma bandeira do Brasil, não se vê as cores verde e amarelo. Neste exato momento você percebe que, no mesmo palanque está reunida toda a cúpula do Foro de São Paulo: Dilma Rousseff, José Dirceu, Lindenberg, Gleisi, Boulos, Stedile, FHC, Ciro, Jean Willis, Marina, entre outros, além de personalidades internacionais como o Nicolas Maduro, Evo Morales, Cristina Kirchner e Mujica.


Abalado, você ouve a primeira declaração do novo presidente, enaltecendo o herói, Lula, e proclamando sua liberdade por meio de um documento que tem em mãos chamado de INDULTO, e sem sentir o mínimo de vergonha, declara o detento como o novo e verdadeiro presidente do País com honrarias de Estado Maior. Haddad também anuncia os trabalhos de articulação parlamentares para a nova constituinte que já está quase concluída, que vai trazer um pacote de medidas, entre as quais, o maior controle e aparelhamento dos outros poderes: judiciário e legislativo, a nova constituição dará super-poderes ao novo presidente, haverá um rigor de controle e censura na internet, rádio e TV, além de bolsa de estudos no valor de 3 salários mínimos para trans, bandidos, prostitutas e viciados, tudo pago com os mais altos impostos do planeta pagos pelos brasileiros. 

O processo de desmilitarização das polícias é encabeçado pela Ministra da Justiça Maria do Rosário. A liberação da maconha, cocaína e crack para uso e venda transformou as ruas do Brasil em um cenário da série "The walking dead". Mc Carol é a nova Ministra da Diversidade Sexual. As mudanças, a pedido do Ministro dos Direitos humanos Jean Willis, também trazem mais cotas para os LGBT's nos concursos públicos e universidades públicas, que agora passam a serem dirigidas por reitores marxistas. Um pacote de medidas criam mais impostos e aumentam as sobretaxas aos produtos importados. Brasilia passa ser a nova sede da URSAL (União das Repúblicas Socialistas da América Latina) e também do Foro de São Paulo. O Brasil anuncia mais empréstimos bilionários do BNDES para Cuba, Coréia do Norte, Nicarágua, Venezuela e o perdão das dívidas bilionárias à vários países de ditaduras socialistas africanas como Angola, Zimbábue, Moçambique, Congo, Guiné Equatorial e Gabão, etc. O programa mais médicos, contrata mais um milhão de médico cubanos e da Nicarágua.

Voltando a grande cerimônia de posse, em rápidos e constantes flashes são noticiadas pela VEJA, Folha de São Paulo, Estadão, IstoÉ. O IBOPE e Data Folha divulgam pesquisa dizendo que Haddad possui a maior aceitação e apoio da população de toda a história do Brasil, com índices que chegam a 90% de apoio popular. O dólar disparou e pela primeira vez chegou aos R$6. A bolsa de valores experimentou a maior baixa de sua história com uma gigantesca fuga de investimentos e capitais. O desemprego chegou a 18 milhões Mas nada disso impede a felicidade e festas espalhadas pelo Brasil por pessoas com suas camisetas e bandeiras vermelhas que sorriem e debocham dos vencidos opositores.Agora o casamento gay pode ser realizado também em igrejas evangélicas e católicas por força da nova lei da diversidade sexual. 

O kit gay, a ideologia de gênero e a pedagogia marxista da libertação de Paulo Freire, orientam a nova educação inclusiva brasileira. Há uma grande festa da população Feministas que dançam nuas pelas ruas, com peitos de fora, com os dizeres “Lula Livre” pintado em seus corpos defecando sobre a foto de Bolsonaro. Outras também defecam e urinam na foto do General Mourão. A bandeira brasileira foi retirada dos espaços públicos, bem como Bíblias ou qualquer outro objeto que simbolize a fé cristã, por ordem do Ministro da Educação Leandro Karnal a bem do Estado Laico brasileiro. A comunidade LGBT e sindicalistas levam carros de som para as ruas e orquestram um tipo de “parada” fora de época.

Com tristeza você relembra de todos os manifestos que participou contra os desmandos do governo petista, contra a perpetuação da miséria, contra o aparelhamento total do estado e contra a corrupção sistêmica. Não se conformando com a volta do poder para as mãos dos grandes compadres do petismo, você, o isentão ou aquele que, mesmo avisado, votou no Amôedo, no Álvaro, vai sentir o arrependimento da sua inércia ou do desperdício do seu voto. Porém, agora nada mais pode ser feito! Enquanto Haddad cerra o punho e a massa vermelha grita bem forte:

"Viva lá Revolución Popular"
"Viva lá Revolución Popular"
"Viva lá Revolución Popular"

Um viva a república socialista do Brasil!
Acordei suado e com o coração disparado!
Estão avisados!

Gesiel Oliveira

drgesiel.blogspot.com.br

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