sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Ainda há tempo de evitar que o Brasil se torne uma Venezuela - Gesiel Oliveira


Foro de São Paulo reunido: Lula, Dilma e Maduro presentes


São 50 anos de implantação da revolução cultural Gramscista no Brasil. Tanta desgraça não se muda do dia pra noite, mas para quem ainda não percebeu, está surgindo pela primeira vez uma direita conservadora de verdade no Brasil. Pela primeira vez após o regime militar, há uma ruptura com esse viés socialista predominante nas espaços intelectualizados da nossa sociedade. O que antes era vergonha para muitos em assumir uma postura como CONSERVADOR, hoje é orgulho, porque revela que esses que assim agem, foram capazes de resistir e tomar lado, tomar posição nessa guerra ideológica, mesmo diante de todo esse constante ataque ideológico multiplataforma ao longo da nossa vida. 

Estamos vivendo pela primeira vez na história do Brasil um "guinada" para a direita. Tudo o que antes existiu não pode ser chamado de direita, por conta da desorganização ideológica, intelectual, cultural e social, ao contrário da esquerda que quando perdeu o controle dos seus desígnios e metas para os militares em 1964, deixou os fuzis de lado, pararam de lutar nas guerrilhas do Araguaia, e foram "fuzilar" as mentes nas universidades públicas, escolas, imprensa, jornalismo, cultura, arte e promoveram todo esse desajuste familiar, moral, escolar, social e cultural que hoje vivemos as deletérias consequências. Não culpo a existência de tanta gente hoje com essa distrofia ideológica escarlate. Isso é culpa do sistema que infiltra essa tendência desde a base. Antônio Gramsci, jornalista, comunista, político e fundador do partido comunista na Itália, idealizou a terrível revolução cultural. Ele foi um gênio do mal do marxismo anarquista. Quando estava preso em 1936 escreveu em sua obra "Os cadernos do cárcere" a seguinte frase: "Não tomem quarteis, tomem escolas, igrejas e universidades. Não ataquem blindados, ataquem ideias." (Antônio Gramsci). Ele estava dizendo que não adiantava agir como a URSS vinha fazendo, matando gente aos milhões nesse enfrentamento e imposição ideológica na marra, na força das armas. 

Gramsci acreditava em uma maneira bem mais perversa e sofisticada de mudança comportamental e ideológica das massas, uma mudança da própria alma do ser humano, que viria com a mudança da mentalidade na raiz, na escola, na tenra idade de formatação do caráter, afetando assim por consequência toda a sociedade com o tempo. E lá se vão duas gerações, alunos que se tornaram professores, estagiários que se tornaram jornalistas, acadêmicos que se tornaram advogados, e a influência continua se espalhando até alcançar toda a sociedade. Mas diante de tudo isso eis que surge um bravo soldado, inicialmente solitário. Alguém disposto a enfrentar todo o sistema, alguém que quase foi assassinado por ter coragem de se erguer contra esse sistema. Há décadas ele vem gritando sozinho pelos corredores do congresso Nacional, e era chamado por muitos de "louco", como também chamavam o falecido deputado federal Dr Enéas Carneiro, um gênio que não viveu para ver o que estamos vivenciando agora. 

Surge  uma direita resistente, contestadora e inteligente, que emergiu nesse lodo de libertinagem, imoralidades libidinosas de uma esquerda carcomida desde a base por ideias libertárias marxistas. Quero parafrasear o deputado Dr Enéas Carneiro: "Miasmas pútridos emanam no Congresso em Brasília, contaminando o ar da metrópole. Mas o meu nome não exala odor mefítico, porque não chafurda no pântano da ignomínia. Estamos tratando com seres que não tem o mínimo de arrumação intracromossomial específica". Hoje, nos ecos de suas premissas, sabemos que ele foi um gênio incompreendido, e que nós é que estávamos esse tempo todo cegos por uma imprensa que fabricava a sua própria verdade, que adulterava os fatos, vivíamos em uma época que não existiam as redes sociais para nos tirar dessa escuridão e obumbração intelectual, para jogar por baixo as FakeNews em tempo real como acontece nos dias de hoje. 

A ex-primeira ministra do Reino Unido Margareth Thatcher disse que: "Grama que a esquerda pisou não cresce nunca mais". Ela conhecia muito bem as terríveis intenções e engrenagens desses regimes socialistas que tem um discurso teórico de paz, mas tem atitudes beligerantes, intolerantes e ditatoriais. Olhem para a Venezuela,vejam no que esse país tão pujante se tornou. Antes de Hugo Chaves assumir a Venezuela em 1999, e lá ficar por 14 anos consecutivos destruindo aquele país com o socialismo, a Venezuela era umas das maiores economias do mundo, tinha uma grande renda per capta, moeda forte, economia invejável, impulsionada pelo petróleo, enfim, era uma democracia tão sólida como o Brasil. Lula e Dilma ajudaram a consolidar o Chavismo na Venezuela ao longo desses últimos terríveis 18 anos. Desde que Chaves assumiu e depois com seu sucesso socialista Nicolas Maduro, a Venezuela veio afundando progressivamente num mar de miséria e sangue. 

Hoje 70% das crianças estai desnutridas. Há brigas entre a população para catar o lixo jogado pelos caminhões nas lixeiras. A população faz filas gigantescas para comer carne podre. Já são mais de 8.200 cidadãos assassinados por esse regime sanguinário. A Venezuela vem enfrentando a pior desgraça de sua história. Enquanto isso Nicolas Maduro foi filmado esta semana almoçando em um restaurante caríssimo em Istambul, na Turquia, que um prato custa em média R$6.000,00. Um estudo universitário publicado em fevereiro mostrou que quase dois terços dos venezuelanos perderam uma média de 11 quilos de seu peso em 2017, enquanto que 87% vivem na miséria. Assistam esse vídeo calamitoso e entendam porque o Brasil não merece o mesmo fim.

Gesiel Oliveira
drgesiel.blogspot.com.br

A calamitosa situação da Venezuela 


Nenhum comentário :

Postar um comentário