No segundo Estado mais pobre do Brasil, onde o setor primário e secundário são praticamente inexpressivos, onde o desemprego nunca esteve tão alto, todas as oportunidades que surgem de aproveitamento e geração de emprego e renda são abortadas de pronto pela força das ONG's ambientalistas européias e norte americanas. ONG's que recebem rios de verbas de empresas, e que pouco fiscalizam as suas nações de origem, direcionando toda sua atenção para países pobres. O caso do Amapá é emblemático. Ano passado depois de uma campanha mídiática internacional ferrenha, o projeto de regulamentação do RENCA que já havia sido assinada pelo presidente da República, e que poderia tirar da clandestinidade mais e 4 mil trabalhadores que já estão na área há muitos anos, acabou sendo revogado, na força da campanha ambiental desvirtuada e carregada de exageros. Hoje (22) o Fantástico exibiu matéria produzida pelo jornalista Ernesto Paglia sobre a possibilidade de extração de petróleo no bloco submar...