Bem vindo ao Blog do Pr. Dr. Gesiel de Souza Oliveira siga-me no Twitter: @PrGesiel_ e no Facebook: "Gesiel Oliveira" - Frases do Pr Gesiel Oliveira - "Fé é posse por antecipação na vida dos que confiam no Senhor" - "A lição mais difícil de ser aprendida na escola da vida é a tribulação, mas é ela que nos permite crescer." - "O bem feito a alguém é como bumerangue atirado ao vento." - "A falta de grana é o melhor professor de criatividade." - "Dois equívocos sem fundamento: achar que só porque uma coisa é nova, é necessariamente boa; ou só porque é antiga é ruim." - "Muitos querem evitar os medos de sua vida, quando na verdade estão evitando as vitórias." - "Há tribulações que nos trazem bênçãos assim como há bênçãos que nos trazem tribulações. Sede prudentes!" - "O único que não pode ser derrotado é aquele que nunca lutou." - "É melhor tentar e não conseguir, que desistir sem sequer tentar." - "Desejo é vontade, já sonho é alvo." - "Há momentos em que um segundo de silêncio diz mais que um dia de conversa." - "Você é hoje o que escolheu ser no passado, mas poderá ser amanhã o que escolheu ser a partir de hoje." - "Uma mentira repetida muitas vezes não se torna verdade, só a prolonga! Cedo ou tarde a verdade vem à tona." - "Antes verdadeiro e chato a mentiroso e popular. Se optar pelo segundo, uma hora a máscara cai!" - "Não é a política que faz o candidato virar ladrão, mas sim o seu voto que faz o ladrão virar político." - "A ingratidão não tem memória." - "Nosso Deus é o Deus do impossível, mas o possível é contigo." - "O difícil faça agora, o improvável vá à busca e o impossível tente!" - "Persistir é dar a oportunidade de uma possibilidade dar certo, mesmo sabendo que há chances de dar errado." - "O melhor sentido é aquele feito na releitura." - "Se você conhecesse a energia que tem, acreditaria mais na força que vem de dentro, que no medo que vem de fora. " - "Nem sempre quem te critica é o teu inimigo e nem sempre quem te elogia é teu amigo." - "Não deixe seu sonho ser menor que o seu medo. Prossiga, avance, corra sem medo em direção à sua vitória!" - "O segredo do vencedor é não se focar no medo e sim no alvo." - "Quem alimenta sua persistência, mata de fome seus medos." - "Não fixe a sua atenção nos gigantes dessa vida, senão teu medo suplanta a tua esperança." - "Segredo da felicidade: escolha fazer o que te deixa feliz e não só o que lhe traz dinheiro" - "O castelo da mentira tem bases de areia - Não chame de destino àquilo que você mesmo escolheu" - "As palavras têm o poder de encorajar ou abater as pessoas, edificar ou derrubar, deixar no comodismo ou elevar à vitória" - "Toda cicatriz tem uma história" - "O tempo reverte opiniões, esclarece o oculto e corrige injustiças."

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Apostila de Direito Constitucional para o concurso do TJAP

Para quem está estudando para o concurso do Tribunal de Justiça do Amapá para o cargo de analista judiciário e técnico judiciário, estamos disponibilizando gratuitamente a apostila de direito constitucional item a item do edital 001/2014-TJAP. Bons Estudos. 



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1-Apostila Direito Constitucional
2-Questões gabaritadas
3-Questões trabalhas em sala de aula

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

O meu Amapá de um jeito que você nunca viu (Por Gesiel de Souza Oliveira)

Resolvi escrever um pouco sobre a minha terra. Quero lhes mostrar em versos e em fotos um pouco desse pedacinho da Amazônia. Obs.: A maioria das fotos (as que estão assinadas) são do fotógrafo Amapaense Floriano Lima, que gentilmente permitiu seu uso.

Minha terra... (Por Gesiel de Souza Oliveira)
Terra boa de morar
De tanta encantadora beleza
Da floresta, rio-mar,
Da Fortaleza,
O futlama, e as tuas riquezas naturais
Tudo em ti me faz acreditar,
Que um futuro próspero terás
Nossa gente, fauna e flora
São bem guardadas
Nossa cultura, festas e alegria, em nós aflora
O Curiau , a linha do equador
Onde o sol, o rio e a natureza
Se encontraram com o calor

Conheça um pouco mais da nossa terra










sexta-feira, 29 de agosto de 2014

A triste realidade do agronegócio no Amapá (Por Gesiel de Souza Oliveira, Geógrafo, Bacharel em Direito, Professor de Direito Penal e Oficial de Justiça).

O Estado do Amapá possui uma área de 142.828,521 km², dos quais 72% das terras são destinados a unidades de conservação e terras indígenas (10,5 milhões de hectares). São dezenove Unidades de Conservação que perfazem cerca de 9,29 milhões de hectares, tornando-o o único estado da federação que destinou um percentual tão grande de suas terras para a preservação total ou parcial. Isso quer dizer que temos apenas 28% de terras destinadas ao uso produtivo para fins de expansão urbana, desenvolvimento da agricultura, pecuária, e demais atividades do setor primário e secundário. A proposta inicial seria conseguir um retorno financeiro em razão da preservação de grande parte da floresta, fauna e recursos hídricos, mesmo conhecendo os efeitos no crescimento do agronegócio e na contenção da antropização produtiva. De fato esse retorno financeiro até hoje não ocorreu. Por outro lado nos últimos 15 anos o Amapá passou por um grande processo de urbanização, e hoje (agosto de 2014) conta com uma população estimada em 750.912 habitantes. Esse forte êxodo rural é proveniente de outros Estados, sendo que atualmente cerca de 90% de toda a população estão concentradas nos maiores centros urbanos como Macapá, Santana, Laranjal do Jari e Oiapoque, sendo que 75% vivem só em Macapá e Santana, manifestando um atípico caso de hipertrofia do setor urbano e do setor terciário em razão de ausência de políticas públicas voltadas para o setor primário. No Amapá além do incorrigível problema fundiário, da má distribuição de terras, grilagem e irregularidades fundiárias, temos uma administração que quase nada fez para estimular o agronegócio e a agricultura familiar. No Amapá quase tudo que chega às nossas mesas vem de outros Estados especialmente o Pará e Maranhão. Farinha, açaí, arroz, feijão, legumes, massas, etc. o Amapá ainda vive em pleno século XXI uma verdadeira política de “pacto colonial” onde se exportam produtos primários (minério, principalmente) a baixíssimos preços aos grandes centros urbanos que em troca fornecem bens e produtos manufaturados com um preço muito maior. O resultado disso é que o dinheiro do Amapá não circula aqui, pelo contrário vai enriquecer outros Estados. A realidade é que no Amapá até empresas de mineração estão fechando as portas a exemplo da Zamin, a Ecometals, a Anglo American e sua parceira Cliffs Natural Resources, dentre tantas outras. As poucas que permanecem pagam insignificantes royalties perto dos estratosféricos recursos advindos da venda do minério no mercado internacional. Elas exploram o Estado de forma especulativa e com retorno rápido, pois quase nenhuma permanece. Essa política de dependência, ancorada em uma inércia administrativa tem revelado números estarrecedores. Nos últimos 4 anos mais de 1000 empreendimentos fecharam as portas no Amapá, conforme dados do IBGE e da Junta Comercial. O ritmo de crescimento populacional não para de crescer, proveniente principalmente do Afuá, Breves, Chaves e do Estado do Maranhão. O município de Tartarugalzinho possui a mais alta taxa de fecundidade por mulher no Brasil, o que na prática revela que o Amapá tem produzido algo. O perfil do imigrante que chega ao Estado é de baixa ou nenhuma qualificação profissional, normalmente analfabeto e com poucas perspectivas de crescimento profissional. Isso acaba fortalecendo os bolsões de pobreza, desemprego e agravando ainda mais a situação, já caótica, da habitação, saúde, segurança, educação e demais setores sociais. Do limitado orçamento da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Rural (que em 2014 foi de R$18.200,00) mais de 60% é destinado ao pagamento de carros, caminhões e transporte. Ou seja, mais da metade do que deveria ser investido em incentivos aos pequenos agricultores é destinado ao pagamento de transporte de “quase nada”, se traduzindo na prática em um grande “elefante branco”, típico cabedal eleitoreiro de funções e cargos de apadrinhados que sugam os parcos recursos em forma de infindáveis contratos de aluguéis de veículos. Nos últimos 15 anos e como consequência lógica dessa falta de uma política agrícola capaz de desenvolver o meio rural, observou-se nesse período uma redução de 30% no número de estabelecimentos agrícolas e em 42% na área total cultivada no Estado, diminuindo a produção dos principais produtos agrícolas entre 40 a 60%. Esse decréscimo produtivo se transforma em uma dependência de importação de outros Estados. Atualmente, mais de 90% dos produtos de origem agrícola e pecuária consumidos no Estado são provenientes de Estados próximos. Se de um lado existe um mercado consumidor interno capaz de absorver uma significativa produção agropecuária e florestal que vem de fora, do outro lado tem-se uma agricultura de subsistência, caracterizada pela adoção de sistemas de produção com baixos padrões tecnológicos e, consequentemente com níveis de produtividade aquém das demandas da população estadual. Os pequenos agricultores gastam excessivamente com deslocamento e transporte. Quase nada sobra para reinvestimento e promoção de crescimento do seu micro negócio, se transmutando na prática em simples manejo de subsistência. Os recursos naturais existentes nos ecossistemas do Amapá apresentam uma grande potencialidade para a exploração sustentada e geração de novos produtos, como frutas nativas, fitoterápicos, pigmentos, cosméticos, repelentes e inseticidas naturais. No entanto os poucos investimentos em pesquisa tem sido desenvolvidos pela EMBRAPA (Governo Federal). Os poucos investidores no agronegócio tem reclamado sempre dos mesmos pontos: rigor na expedição de licenças ambientais, pesada fiscalização, altos impostos, multas e falta de linha de crédito. Como resultado temos um dos mais promissores e potenciais ambientes para desenvolvimento do agronegócio que não avança presa aos grilhões da burocracia, falta de políticas públicas para o setor, falta de apoio, estrutura de produção e escoamento. Pior que não crescer diante da uma inércia administrativa, é o retrocesso que estamos experimentando no agronegócio no nosso Estado. Nossa esperança pode morrer ou recrudescer a partir de 05 de outubro, o destino está em nossas escolhas.

domingo, 24 de agosto de 2014

Raio-x da política amapaense (Por Dr Gesiel de Souza Oliveira)

Infelizmente o Estado tem o governo que merece. Isso que vivemos no Amapá é fruto dessa histórica política da mentalidade da corrupção arraigada, onde os políticos usam de malversação de recursos públicos durante o mandato inteiro para "juntar" e os eleitores para "sugar" durante a campanha eleitoral, de forma que esse ciclo se fecha para quem pretende entrar. E mesmo quando alguém consegue transpor esse hermético sistema, tem de entrar no esquema que mantém a política no Amapá. Uma sistema de retro-alimentação viciada, incurável e hereditária. Um caminho que algumas famílias já conhecem bem os meandros e que há décadas se revezam no poder. Um povo mantido por uma aberrante relação impulsionada pela miséria e troca de favores. Um Estado que agoniza com um passado manchado, um desarticulado presente e um improvável futuro. Órgãos públicos que viram cabedais para pendurar por 4 ou 8 anos agitadores de bandeiras no lugar de técnicos. Cargos que viram cegos propaladores de um crescimento que só se vê bem pintado na propaganda institucional, preocupados em simploriamente manter sua função remunerada a todo custo, mesmo que isso signifique o retrocesso. Gente que viu o Amapá ser aviltado no cenário nacional, gente que em junho foi para as ruas quebrar tudo em protestos contra a corrupção, e que agora está lá na esquina com uma bandeirola de qualquer cor na mão e R$40 no bolso fazendo campanha para os mesmos personagens da velha política amapaense. É um ciclo incurável, incapaz de mudar esse triste, insólito e decadente quadro econômico e social do segundo Estado com o menor PIB e um dos mais pobres do Brasil. Lugar com economia ancorada no contracheque público, onde mais de 1000 empreendimentos foram fechados nos últimos 4 anos, milhares de desempregados congestionam o hipertrofiado setor terciário que concentra mais 80% da população de um Estado sem setor primário e secundário. Empresas que no mundo inteiro são fortes e crescem a todo vapor, como a Coca-cola e a mineradora Zamim, fecharam as portas no Amapá desempregando centenas de amapaenses, dentre tantos outros empreendimento que devido à alta carga tributária e à politica de pagamento antecipado de ICMS, instituído no atual governo, não puderam continuar no Estado. O último hospital construído no Amapá foi feito por Janary Gentil Nunes na década de 50, e de lá pra cá, se fizeram “puxadinhos” e “guaribadas”. A segurança sem orçamento, equipamentos e quadro de pessoal, é uma insegurança decadente. Mas a ânsia, a vontade de assumir um Estado quebrado é forte. Em disputa está a "viúva", o “zumbi”, a "teta" ou tantos outros infinitos sinônimos hilários, alcunhas que sintetizam a atual situação que se tornou esse rincão sofrido, que virou ícone da corrupção para o resto do Brasil. Uma mentalidade de corrupção arraigada e intimamente ligada e fomentada pelos que estão à frente por décadas e décadas. Lugar onde a memória não existe, onde o bom senso não vale mais que um “tiket” combustível ou uma cesta básica, onde técnicos são obrigados a virarem cabos eleitorais, onde o orçamento para propaganda é 10 vezes maior que o destinado à segurança pública, na malograda tentativa de escamotear a inoperância de um "marasmo" administrativo. Dizer que nosso Estado não tem jeito surge até como compreensível para um povo sem força até para sonhar com a mudança. Mas ainda há uma única saída possível, e que está materializada em um papel moeda dentro de sua carteira, chamada de título eleitoral. Exerça seu direito conscientemente. Não troque seu voto por um desejo imediato, para em troca sofrer por mais quatro anos. Não é a política que faz o candidato virar ladrão, mas sim o voto inconsequente que faz o ladrão virar político.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Uma reflexão sobre a morte e a efemeridade da vida. (Por Gesiel de Souza Oliveira)

Como ladrão,sem avisar, a morte chega. Sempre naquela hora em que menos esperamos. Morrer é algo que nem quem vai, nem quem fica estão preparados para compreender. Uma hora estamos entre todos, outra hora estamos distante para sempre de todos. Não há rico, pobre, inteligente, famoso, influente, politico, empresario, trabalhador, mendigo, ninguém escapa desse encontro. Mais cedo ou mais tarde ela virá nos encontrar. Todos nós, alguns vivendo muito ou pouco, de causas naturais, sem culpa ou intencionalmente, mas ela nos encontrará um dia. Você acabou de ser promovido, tem planos para sua carreira, fez uma consignação no contra-cheque para comprar um carro do ano ou a casa dos seus sonhos, precisa fazer algo que deixou pendurado de ontem, pagar um conta, deixar os filhos na escola, e no meio do trajeto da rotina desgastante, em uma tarde ensolarada, MORRE. Como assim? Perguntam atônitos os que ficam. Aí ficam algumas indagações sem respostas: E a promessa de ensinar o filho a andar de bicicleta? A promessa da viagem com esposa? E aquele sorvete com os filhos que foi remarcado por causa da reunião inadiável?. É a morte, ela chegou! De que valeram tantos anos de dedicação ao trabalho árduo? De que valeu acumular tanto dinheiro, fama, influência e poder? 
Há ainda os que escolhem a hora de partir, movidos irracionalmente pela depressão, decepção, desilusão, sem a felicidade que o dinheiro não comprou. Muitas vezes estão cheio de dinheiro mas vazio de felicidade, que é a essência que move nossas vidas. Aí todo mundo sempre faz a mesma pergunta: POR QUE? Como se isso fosse ajudar a explicar alguma coisa, como se a morte tivesse uma causa apenas. Há uma mistura de fatores que deixam mais dúvidas que lembranças nesses casos. Mas a ordem natural das coisas ia tão bem na sua vida: Emprego, relacionamento, amor, casamento, filhos, lar, estabilidade. Em um piscar de olhos tudo se esvai. Num acidente na esquina, num AVC na flor da idade de uma vida sedentária ou não, numa doença que ninguém esperava ou nas mãos de um assaltante. Sempre fazemos a mesma pergunta: "POR QUE"? Morrer é uma interrupção abrupta que nós nunca estaremos prontos para entender. Obriga você a se retirar no melhor da vida sem sequer se despedir de ninguém, sem ter construído a casa dos teus sonhos, sem dar tempo de rever aquele filme que te emociona ao lado de quem você ama. Antes dela chegar você deixou em casa a sandália embaixo da cama, a escova de dente naquele lugar de sempre, e também algumas contas a pagar. Como a vida nos apronta uma pegadinha como essa? Você segue sem saber se vai chegar o seu destino, começa um projeto sem ter a certeza que vai concluí-lo, diz que é feliz, mas esconde a infelicidade atrás de um "sorriso pré-moldado". Malha todo dia e morre numa segunda de manhã. 

Queremos sempre viver bem a vida, mas não temos prioridades. Na correria não conseguimos distinguir trabalho, lazer, tempo pra família. Morrer desfaz a ordem natural dos nossos planos. Morrer é um momento inescapável que marca nossa saída deste plano e petrifica ou não nossas lembranças a partir daí. Quem vive esperando o futuro pra ser feliz, perde a felicidade de cada momento da vida e do presente, preso às amarguras do passado e impedindo a felicidade do amanhã. Não deixe que os traumas do passado lhe impeçam de agarrar as novas oportunidades de ser feliz que a vida lhe dá. Esse é o grande mistério da vida: A capacidade de recomeçar, de se recompor, e seguir adiante depois de cada decepção. O melhor mesmo é fazer agora, é começar agora, ou mesmo recomeçar, pois deixar pra amanhã não tem garantia nenhuma. A vida bem vivida não é aquela orientada pela aparência, dinheiro, aquisições, status social ou nível intelectual, e sim pela busca da paz interior nos pequenos detalhes. Para aproveitar melhor a vida, não espere se dar conta que aquilo que era rotina se transformou em lembrança. 

Por isso viva tudo que há para viver. Deixe marcas. Aí façamos uma pergunta: Será que vamos deixar boas lembranças? Ou simplesmente seremos lembrados como aquele que "já foi tarde". Dessa vida nada podemos levar, mas podemos deixar. Então deixei sementes, sejam elas de alegria, paz, amor, carinho ou dedicação. Deixe boas histórias para seus filhos, parentes e amigos contarem sorrindo aos outros, a seu respeito. Entre tudo isso, nunca deixe de amar, aproveitar cada momento como se fosse o último, deixar boas impressões, apertar a mão do próximo, abraçar, brincar feito moleque, e sorrir, sorrir muito mesmo. Desapegue-se de tudo que pode enegrecer o seu coração e tornar a vida mais pesada do que ela já é. Grafar as lembranças ruins no ferro e as boas lembranças na areia da praia é o que torna muitas vidas vazias, por viverem relembrando o que deveriam esquecer e esquecerem o que deveriam relembrar. O que fica na vida não é o ponto de partida, nem o ponto de chegada, são as sementes que plantamos ao longo caminho. Perdoe! Viva, não apenas exista!

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

O evangélico não deve se envolver em política? (Por Gesiel de Souza Oliveira)

"Há tempo de orar, há tempo de agir e há tempo de esperar,
estamos no tempo de fazer os dois primeiros e esperar
que as mudanças que sonhamos venham".

O que temos visto nas últimas décadas é um crescimento quantitativo dos evangélicos, mas em termos de expressão e representação, uma estagnação ou até mesmo um retrocesso. Somos muitos (quase 50 milhões de evangélicos no Brasil) mas pouco ou quase nada, em termos de representação legislativa. A grande mídia vem sistematicamente servindo como plataforma para propalar os ideais do liberalismo anticristão, um processo que ganha força a cada dia: o “estereótipo do evangélico alienado da politica”. Isso tem ajudado a explicar porque tanta gente critica a representação na política por parte de membros ou pastores de igrejas em todo o Brasil. Por outro lado, existem mais de 900 projetos de lei tramitando só no âmbito do congresso nacional, que afrontam a igreja, princípios cristãos, família, casamento, liberdade religiosa, de expressão, descriminalização do uso de entorpecentes, aborto, projetos de leis para que a igreja passe a ser fiscalizada pelo MP e TC, minimização dos decibéis dos sons emitidos pelo culto religioso durante o período noturno, cartilhas sobre orientação sexual para crianças da pré-escola, dentre outros. Todos os segmentos sociais possuem representação nas casas de leis, tais como maçons, médicos, advogados, engenheiros, odontólogos, umbandistas, fazendeiros, etc, e mesmo assim continuamos na velha "estória" alimentada pela esquerda liberal, de que é um "acinte um crente falar ou se envolver em política". Essa anacrônica ideia ardilmente alimentada, de que não podemos misturar religião e política, tem seus fundamentos em movimentos contrários a ampliação da representação evangélica no Brasil. A ideia de que todo mundo pode concorrer a um cargo político menos o "crente" ou "pastor", pois não podem se envolver porque isso é "coisa do diabo", porque é "pecado", porque não podemos misturar o "santo com o profano", dentre outros infundados argumentos. A Bíblia mesmo nos recomenda transformar o mundo em nossa volta com base na experiência transformadora que tivemos, é o que se extrai de Romanos 12.2: " não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento". Diz também as Sagradas Escrituras em João 1:5 que "a luz resplandece nas trevas, e as trevas não prevaleceram contra ela". Dessa forma, compreendemos que a política está desse jeito por causa da nossa histórica omissão, por causa de um sistema corrupto arraigado na mentalidade do brasileiro que vota em troca de favores, cargos, benefícios ou dinheiro. O reino das trevas é construído sobre mentiras, segredos, descaminhos e escuridão. Ele exige a ausência de luz para que sobreviva e se perpetre. Por isso seus asseclas tem difundido o que lhes é mais interessante. Todos as categorias sociais tem representação, mas quando se fala de representação evangélica, logo aparece alguém nos atacando, como se fôssemos "seres espiritualizados", seres "angelicais" alheios às mudanças em nossa volta, desconectados da realidade social e política que nos cerca e que nos oprime por meio de leis elaboradas por segmentos que perseguem a igreja. Pura "baboseira" liberal, barata, marxista e ateia, que só engole quem não conhece as perversas nuances da política anticristã que se alastra pelos corredores de Brasília, insuflado pelas minorias ultra-liberais muito bem representadas no congresso nacional. É tempo de despertar. Há tempo de orar, há tempo de agir e há tempo de esperar, estamos no tempo de fazer os dois primeiros e esperar que as mudanças que sonhamos venham com nossas atitudes no dia 05 de outubro. É tempo de acordar, um despertar cidadão e cristão, cônscios de seus deveres, direitos e do poder do nosso voto. Aos pastores e membros é sempre de bom alvitre que tenham o cuidado de manifestar o seu apoio como cidadão, nunca comprometendo a igreja, pois devemos ter consciência de que os membros tem livre arbítrio. Somos sim livres para votar em quem quisermos, mas também somos conscientes que se fizermos uma escolha errada, teremos mais quatro anos para continuarmos reclamando e sofrendo por causa de um erro do qual fomos alertados. Minha opinião é de que o pastor pode e deve, como orientador de multidões, apoiar quem tiver condições de representar dignamente nosso povo, mas quem digita na urna é o cidadão. Prefiro votar em candidato indicado pelo meu pastor que tenha uma vida digna, respeitável e que possua condições de falar pelo nosso segmento, que votar em alguém que vá representar os interesses de um partido, de um grupo sem compromisso com família, Bíblia e os princípios cristãos e que ao final vá votar contra o nosso povo nos projetos de leis que nos afetem. É um engano ficarmos esperando que as coisas mudem sem que nossas atitudes e nossa mentalidade mudem primeiro, e é o que tenho observado, e que o povo evangélico vem fazendo, mudando a sua mentalidade, dando pouco ouvido a quem não deseja que tenhamos representação, e fazendo a mudança que precisamos para um Brasil melhor.

A vida gira (Por Gesiel de Souza Oliveira)


Não perca a sua paz porque alguém está falando mal de você, lembre-se se que se você está sendo perseguido é porque está avançando. O mal arrogado contra o outro é como bumerangue atirado ao vento, vai com uma velocidade e volta com o dobro dela, contra quem o arremessou. Quando os nossos males forem velhos, os de quem nos perseguem serão novos. É impressionante ver a vida ensinando aqueles que sempre nos perseguiram. A injustiça que hoje é praticada contra nós, amanhã será praticada contra quem a provocou e contra quem se omitiu. A vida gira como uma roda gigante, hoje você está embaixo, e daqui a pouco vai estar em cima. Quem semeia discórdia ceifa solidão. Quem planta maldade colhe ruína. Quem fala dos outros pra nós, vai falar de nós para os outros. Cuidado com aquela pessoa que sempre te diz: “estão falando mal de você!”. A verdade sempre triunfa sobre a mentira, é só esperar, que o tempo se encarrega de revelá-la. Uma mentira repetida muitas vezes não se torna verdade, só a prolonga, cedo ou tarde a verdade vem à tona. A vida gira, as palavras vão e voltam, por isso devemos tomar cuidado ao falar demais, para não deixarmos para nos lembrar de tudo o que no impulso dissemos, quando precisarmos de alguém que achávamos que nunca precisaríamos. Falar imprudentemente, é sofrer consequências que você não pode prever. Por isso vale a dica: pensar e depois falar é sempre melhor que falar e depois pensar. Deus nos deu dois ouvidos e uma boca, num claro sinal que devemos ouvir mais que falar, e quando resolvermos falar, cuidemos para que nossas palavras sejam mais proveitosas que o nosso silêncio.

Lembranças (por Gesiel de Souza Oliveira)


Neste dia dos pais sinto tanto a sua ausência
Você sempre foi e sempre será a minha referência
Há momentos que penso que foi somente um sonho
Mas de repente me encontro tristonho
A melancolia, a saudade misturada à nostalgia
Daqueles momentos que pareciam magia
Aquela mão que sempre segurava a minha
Quando saíamos daquela humilde casinha
Aquela voz grave e ao mesmo tempo carinhosa
Que sempre me ensinava lições bondosas
Aquele cuidado, aquele abraço, aquele olhar
Só me resta na lembrança, e não há como voltar
A limitação financeira nunca impediu nossa felicidade
Porque aquela casinha era sustentada pela vontade
De servir a Deus e viver debaixo de sua unção
Porque sabíamos que ele era nossa provisão
Sinto saudade daquele tempo
Que voou pra longe como o vento
Daquele inesquecível tempo de criança
Ainda vivo na minha lembrança
Feliz dia dos pais Pr Nery Ferreira
Combatestes o bom combate, vencestes a carreira

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Valorize no tempo certo (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)

Reclamamos e dizemos que nossa vida não muda, não melhora, que tudo o que desejamos não dá certo, esquecemos de onde viemos e para onde vamos. Queremos sempre mais e mais. Esquecemos de olhar para baixo, nessa escada longa que subimos. Estamos sempre olhando para cima. Acabamos esquecendo de quem segurou essa escada da nossa vida para que nós pudéssemos subir. Comemos, bebemos, trabalhamos, dormimos e permanecemos a reclamar sem sequer lembrar de quem nos deu a mão no momento em que mais precisávamos. 

Queremos sempre que as coisas mudem para melhor em nossas vidas, mas estamos indiferentes a quem realmente precisa e que sempre esteve perto de nós. Nossa ganância não nos permite mais sentir a dor, sentir a necessidade e as dificuldades dos que nos deram a mão lá no começo de tudo. Temos sempre uma justificativa pronta para retirar a culpa de nossas costas, para fechar os olhos para o que está patente à nossa frente, para nos omitirmos quando poderíamos agir. Esperamos que as coisas mudem, sem que nossas atitudes mudem. Perdemos muito tempo fazendo o dispensável e deixando pra depois o indispensável. Queremos, mas estancamos na vontade. Começamos e paramos constantemente, pois invertemos a ordem de prioridades. 

A ingratidão não tem memória. Quem costuma fazer o bem deve estar disposto a encarar a ingratidão, a falta de reconhecimento e o desprezo, sem perder a sua boa natureza. É interessante que a pessoa que sempre faz o bem, mesmo que sofra uma decepção, não mudará sua natureza, em estar sempre disposto a ajudar. Queremos que as mãos sempre estejam estendidas em nossa direção, mas nos negamos a estender a mão para quem precisa. Não somos capazes de lembrarmos do que comemos ontem, da data do aniversário do nosso filho, de nossos compromissos com a nossa família, de lembrar se aquela pessoa que nos ajudou tem algo para comer, beber ou vestir, mas nunca esquecemos de nenhum detalhe que envolva o nosso dinheiro, créditos, patrimônio, trabalho e outras trivialidades que nos desnorteiam de nossas metas e nos fazem perder a sensibilidade com o próximo. 

A crise de prioridades começa quando passamos a valorizar mais quem não nos valoriza e esquecer de quem sempre se importou conosco. A pior crise de prioridades é valorizar quem nos despreza e desprezar quem sempre nos valorizou. Ficamos parados e anestesiados pelo individualismo, pela falsa ideia que o nosso dinheiro nos proporciona. Deixamos de conversar, interagir, sentir, ver, experimentar, e por fim, de viver. Essa condição leva pra longe de nós um belíssimo sentimento: a empatia, que é aquela sensibilidade que nos permite nos imaginarmos, nos colocarmos no lugar de outra pessoa. Refiro-me à capacidade psicológica de sentir o que sentiria uma outra pessoa, caso estivéssemos na mesma situação vivenciada por ela. A ausência do cultivo desse sentimento nos torna mais insensíveis e vazios a cada dia. Para ao final chegarmos a conclusão de que poderíamos ter feito mais. Trocamos a ordem natural das coisas, supervalorizando o fútil e subvalorizando o imprescindível. Deixamos de participar da vida de quem sempre nos amou, seja por falta de tempo, seja por desorganização, seja pelo individualismo, seja pela ingratidão. E tudo de forma que nem percebemos a “inversão de valores”, a “crise de prioridades”, que nos trazem efeitos permanentes e irretroativos. 

O “estalo” acontece quando nos sobrevém os efeitos de tudo aquilo que plantamos. Normalmente esse “estalo” costuma acontecer tarde demais. Quando queremos aproveitar a vida que passou e não volta mais. Quando olhamos as fotos e percebemos o quanto perdemos dos bons momentos ao lado daquela pessoa. O quanto poderíamos ter feito mais por ela. Mas aí já será tarde demais para fazer o que deveria ter sido feito. Para aproveitar o que deveria ter sido aproveitado. Para viver o que deveria ter sido vivido. Enfim, a verdadeira essência de uma vida feliz e abençoada, reside em saber fazer o bem indistintamente, não nos esquecendo daqueles que nos estenderam a mão no momento em que mais precisamos. A vida é como uma roda gigante, horas estamos lá embaixo, horas estamos lá no alto. A alegria de fazer o bem é a única felicidade verdadeira. Valorize no tempo certo para que a vida não te obrigue a valorizar no tempo errado.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Memórias de uma outra Macapá (Por Gesiel Oliveira)



A Macapá daquele tempo não me foge da memória
Era pequena, pacata e cheia de histórias
Roupa no varal, chinelo do lado de fora,
A brincadeira sadia não tinha hora
No ônibus do “Seu Daniel”, em vinte minutos eu tudo rodava
Tudo perto, e até mesmo a pé, ninguém cansava
Aquele trapiche Eliezer Levy de madeira
Dos casais de namorados apaixonados olhando as estrelas
O círculo militar e aquela visão linda do Rio Mar
A praça Veiga Cabral e o Roberto Carlos a cantar
O mês de agosto, ensaiávamos inteiro
Todos os jovens do GM se doavam por inteiro
Eram os “Arautos do Setentrião”
Conhecidos por serem o melhor pelotão
Nosso orientador era o Professor 90
Nos desfiles era quase uma lenda
As inúmeras repetições, incansáveis e reiteradas
Nos mínimos detalhes, ele não deixava passar nada
Tinham um só propósito, fazer bonito no 7 de setembro
Naquele dia a cidade parava para o movimento
Crianças com balões e bandeiras nas mãos nos aguardavam
Ao longo da Avenida FAB se aglomeravam
A esperar passar a escola com roupa padronizada
Firmando o passo na cadência sincronizada
Era o ápice da nossa alegria juvenil
Uma dedicação como nunca mais se viu
A Macapá daquele tempo era tranquila
Daquele antigo cinema, daquela fila
A cidade era pequena e todo mundo se conhecia
As sessões no cineminha ninguém perdia
Ninguém reclamava do sol quente, ninguém se queixava do calor.
No retorno passávamos pelo ‘poço do mato’ e matávamos o calor
E pelo Boêmios, pelo campo do Américo, lá no Laguinho.
A molecada já conhecia bem esse caminho
Corria com meus amiguinhos por debaixo da chuva forte
Na poça d´água brincávamos sem que ninguém se importe
Mas tínhamos medo daquela velha senhora solitária
Que morava na Marcílio Dias, senhora autoritária
Ela prometia que um caldo faria,
Se um de nós pegasse algum dia.
Eram tempos inesquecíveis de alegria,
Que hoje só me restam na nostalgia
Dias que na memória ficaram eternizados
Nessas poucas linhas sintetizados
Dias de felicidade, flashes da memória
Que aconteceram e viraram “estória”
Memórias firmes da minha infância
Ainda viva na minha lembrança.





quarta-feira, 30 de julho de 2014

Ouvindo os dois lados (Por Pr Dr Gesiel de Souza Oliveira)


Uma das minhas maiores preocupações em tempos de informação imediata, é o cuidado em procurar saber a fonte, em procurar conhecer os fatos antes de repassá-la com um simples toque pelo Whatsapp, Facebook, Twitter ou outras redes sociais de comunicação instantânea. Antes de tudo quero dizer que não tenho procuração do Pr Paulo Marcelo para proceder à sua defesa, mas por conhecê-lo de longas datas, sabendo que sempre foi um pastor que nunca desonrou sua convenção, que sempre levou a mensagem do evangelho genuíno dentro e fora do País, e que tem um ministério que ao longo de tantos anos tem enfrentado a fúria do inimigo de nossas almas, pregando, apoiando a obra e cumprindo o IDE do Senhor, passo a fazer esta reflexão textual. Pois bem, uma noticia intitulada "Pastor Paulo Marcelo é preso com armas, drogas e munições" correu de forma viral, inconsequente e leviana há cerca de duas semanas pelas redes sociais. Eu também fui um dos que recebeu a tal "informação" via Whatsapp. Imediatamente percebi que havia algo errado. Li muitos comentários de pessoas que não conhecem o ministério deste honrado homem, não conhecem a sua vida como pastor, pai de família e servo de Deus dedicado à obra. Li comentários tecendo duríssimas críticas, condenando-o, jogando a sua imagem na lama, sem ao menos ter o cuidado de abrir o www.google.com e procurar saber a origem dos fatos. Mas notícia ruim corre o mundo enquanto a verdade ainda está se calçando. Mas a verdade sempre triunfa sobre a mentira, é só esperar, que o tempo se encarrega de revelá-la, e foi o que aconteceu em seguida. Lamento que a verdade dos fatos não tenha corrido na mesma velocidade que as acusações levianas pelas redes sociais. Dessa forma, o próprio pastor emitiu nota de esclarecimento em seu perfil no Facebook sobre o que de fato aconteceu, leiam:

NOTA DE ESCLARECIMENTO

A todos os meus admiradores, amigos e irmãos em Cristo Jesus, que têm nos acompanhado e apoiado com as vossas orações ao longo de mais de 15 anos de atividades Ministeriais, como pregador do Evangelho. 
Venho publicamente, pelo respeito e consideração que tenho por todos, esclarecer acerca das informações, que desde ontem estão sendo vinculadas nas redes sociais e em alguns meios de comunicação, envolvendo a minha pessoa.
1- Há alguns meses fui convidado para um projeto político no meu estado do Paraná, orando a Deus e falando com minha família, achamos melhor não, nesse intervalo algumas pessoas de muita influência em Foz do Iguaçu, me ameaçaram a não sair, pois os interesses pessoais são maiores que os interesses da defesa da família e da fé, como não aceitei, e mesmo assim alguém ainda me achava uma ameaça, há meses convivia com um terror psicológico e emocional. Como minha família esta sozinha e eu em minhas muitas viagens, contratei um segurança pessoal, que trabalha e às vezes permanece em minha residência, outras me acompanha durante o dia, me leva ao aeroporto, para a igreja, leva meus filhos ao colégio e os busca.
2 - Como ainda não sei, mais em breve saberemos, houve uma denúncia que em minha residência havia alguém armado. Foi expedido um Mandado de Busca e Apreensão, e na data de 16/07/2014, tal Mandado foi cumprido, sendo encontrada a arma no coldre, e dentro coldre algo que ainda não sabemos o que se trata que foi notificado como aparente entorpecente. A arma e o possível entorpecente estavam no mesmo lugar, lugar esse que meu funcionário frequenta e havia deixado sua ferramenta de trabalho lá. Sendo homem público e muito conhecido não sabemos como a imprensa acompanhou a diligência policial. As notas em internet foram notificadas antes de os fatos serem esclarecidos.
3 - Apresentamos o registro da arma, pois tal é devidamente legalizada, como um funcionário já informou pertencer a ele o que foi encontrado. 
4 - Já informei a meu Pastor Presidente Isaias Cardoso dos Santos, ele recebeu meu funcionário, entendeu o ocorrido e como me conhece há 19 anos e minha história fala mais alto que um fato, entendeu e fará também uma nota em carta no meu site e enviaremos a quem acharmos conveniente.
5 - Sou muito bem preparado para momentos assim, confesso que estou sofrendo muito, pois isso acontece em Foz do Iguaçu diariamente, e a imprensa não notifica nada, as fotos que foram publicadas estão em croma, quem conhece internet sabe o que estou falando, mais como sou pessoa pública e principalmente Pastor usaram isso para ofender a Igreja e nossa fé, infelizmente muitos irmãos ajudam a promover fatos desordenados e que não foram no momento esclarecidos, mas breve serão !
6- Peço oração por mim, por minha família, pelos meus funcionários e colaboradores que amo muito e tenho carinho por todos eles, quero deixar muito claro que estou esclarecendo isso não por ter medo de perder agenda ou notoriedade, pois o que queria ter visto já vi, sou antes de mais nada um pregador conhecido, sou crente e amo a Deus, ao Senhor Jesus, e a vocês, por isso posso pregar aqui até Jesus voltar, ou aí nas igrejas que me amam, que me conhecem, nos Pastores e amigos que tenho e fiz em 15 anos. Peço a compreensão de todos, o amor de vocês, e esperem os fatos virem a tona depois julguem, concluam seus raciocínios, mais os que me amam e me conhecem esses não preciso justificar nada, pois sabem quem sou, então me ajudem nessa guerra que vai passar e logo estarei na sua Igreja para chorarmos juntos de alegria e com vitórias em Deus !
Irmãos, compartilhem !!! Vamos superar a noticia infundada com a verdade.
Rogo a oração dos crentes em Jesus.
Fiquem na Paz do Senhor!!!
Seu amigo
Pr Paulo Marcelo
Servo de Deus.


Depois do esclarecimento de proprio punho do Pr Paulo Marcelo, a própria convenção ao qual o Pr Paulo Marcelo pertence CIEADEP - Convenção das Igrejas Evangélicas Assembleia de Deus do Estado do Paraná, por meio de seu presidente, o respeitado Reverendo Ival Teodoro da Silva e o Presidente da IEADFI, Reverendo Isaías Cardoso dos Santos, emitiram uma nota oficial informando que fizeram uma minuciosa análise por iniciativa do próprio Pr Paulo Marcelo, com oitivas, provas testemunhais e materiais, e concluíram que tudo não passou de um mal entendido, (que acredito eu, ser um plano arquitetado de desmoralização por questões políticas naquele Estado - grifo nosso) ao qual o referido pastor foi dolosamente e injustamente submetido. Veja a nota:






terça-feira, 22 de julho de 2014

A paciência (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)


Por que sonhar sem insistir?
Por que prosseguir sem ter um alvo a perseguir?
Pois esse esforço de que adiantaria?
Ter um alvo se não tivermos iniciativa?
Sem fé, sem insistência e uma meta
É impossível seguir na direção certa
O que a maioria acha, não muda o que é
Continue buscando seus sonhos com fé
Só não se machuca quem foge das batalhas
Mas quem prossegue, vence as suas falhas
Cedo ou tarde terá sua oportunidade
É questão de organizar suas prioridades
O impaciente costuma entregar sua benção para o persistente
Por isso seja sempre prudente e esteja sempre ciente
Que o caminho que leva a vitória passa pelo deserto
E algumas desmotivações virão por certo
Desistir é mais cômodo que tentar
Não pare de andar, insistir e buscar
Prossiga, mesmo diante da dificuldade
Jesus converte frustração em felicidade
Não murmure no vale da tribulação e perseguição
Transforme as pedras do caminho em altares de adoração
As tuas lágrimas regarão a semente dos teus ideais
Ter prudência no caminho nunca é demais
Tenha um sonho, iniciativa e persistência
E saiba que a vitória só vem com paciência
Deixe a luz da esperança guiar tua trajetória
E Jesus afastar a escuridão da incredulidade da sua história
A história não eterniza covardes
Mesmo com medo, prossiga controlando as ansiedades
Independente do que os outros tenham em mente
E não olhando para o impossível, vá lá e tente.
Pr Gesiel Oliveira.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Viva a vida! (Por Gesiel Oliveira)

Reclamamos e dizemos que nossa vida não muda, não melhora, que tudo o que desejamos não dá certo, esquecemos de que somos únicos no mundo. Privilegiados e diferenciados dentre 7 bilhões. Comemos, bebemos, trabalhamos, dormimos e permanecemos a reclamar sem nos movermos do lugar, esperando que as coisas mudem, sem que nossas atitudes mudem. Perdemos muito tempo fazendo o dispensável e deixando pra depois o indispensável. Começamos e paramos constantemente, pois invertemos a ordem de prioridades. Não somos capazes de lembrarmo-nos do que comemos ontem, da data do aniversário do nosso filho, de nossos compromissos com a nossa família, mas não esquecemos de nenhum detalhe que envolva dinheiro, trabalho e outras trivialidades que desnorteiam-nos de nossas metas. Sequer somos capazes de lembrarmo-nos das datas importantes nas vidas dos que estão próximos de nós e dos únicos que verdadeiramente se importam conosco. A crise de prioridades começa quando valorizamos mais o que aparentamos ser aos olhos dos outros, do que o que realmente nos faz sentir bem. Perdemos mais tempo sonhando que buscando. Ficamos parados e anestesiados pelo individualismo, pela falsa ideia que o nosso dinheiro nos proporciona. Dessa forma apenas sobrevivemos. O pedido do nosso filho, esposa, parente e amigos tem sempre um lugar secundário em nosso cotidiano. E por que não vivemos? O difícil mesmo é quebrar a inércia. Sair do comodismo de uma vida insossa e cinzenta. O dia acaba e a noite chega todos os dias. Vemos nossos cabelos brancos se multiplicarem, viramos a folhinha dos meses e nada muda, apesar do nosso sonho, que vai ficando cada vez mais esquecido, até virar somente uma lembrança. E é aí que a “ficha cai” e percebemos quanto tempo perdemos. Quantos bons momentos foram desperdiçados, quantas oportunidades se esvaíram, quanta vida deixamos de viver. Envelhecemos vivendo sem pensar no amanhã, dizendo que a vida não presta e é sem graça. Achamos sempre que temos pouco? Devemos parar e olhar ao nosso redor, tirar os olhos do obvio e comtemplar aquilo que ninguém vê. O que passa despercebido pela pressa do nosso cotidiano, nos pequenos detalhes, nos mais ínfimos, pequenos e insignificantes gestos, atos e momentos. A felicidade pode estar ali. Devemos parar de reclamar e procurarmos ver a vida por outros ângulos. Viver a vida fora do quarto, fora de nossas casas, fora de nossa rotina. Saiamos dos nossos bairros, das nossas cidades, para redescobrir a beleza e o sentido da vida. Nem precisa gastar para ser feliz, basta ter iniciativa e vontade. E se puder, visite outros lugares, e volte sempre melhor do que foi. Não tenha vergonha de suas origens. Lembre-se: tem muita gente que tem pouco, come pouco ou quase nada, que bebe o que tem agora, e implora para que suas crias não morram de sede e fome, e morrem. Assim como a água dá à planta o milagre das flores, um espírito alegre faz brotar em nós uma vida de felicidade permanente. Tem gente que não tem quase nada e mesmo assim é feliz. E você, não é feliz por quê? Porque não foi ao shopping? Porque não tem o emprego dos sonhos? Porque não comprou o carro da moda? Por quê?. A felicidade que você procura está na simplicidade da vida que você leva agora, em um aperto de mão, em um abraço, em um sorriso, em um pequeno momento aproveitado com quem vc ama, coisas que muitos não possuem e almejam. Para quê acumular riqueza abrindo mão da paz, dos amigos, familiares, do bem estar, lazer, saúde e felicidade? Saiba que o dinheiro não compra essas dádivas. Paz serenidade e uma vida simples ao lado de pessoas simples, vivendo de forma compartilhada, em comunidade, simples e de forma colaborativa, onde tudo é compartilhado, e os auxílios são recíprocos. Esse lugar é o mesmo onde provavelmente muitos de nós já vivemos hoje. Onde a vida, apesar das dificuldades, nos proporciona algo inestimável: a felicidade. Então, se quer que o mundo mude, mude você primeiro, porque o mundo muda com você. Ter uma vida dedicada ao dinheiro é uma forma de “pobreza”, pois a vida tem uma riqueza maior: a felicidade. A vida passa e leva junto lembranças, sonhos, amores e amizades, mas nos permite cultivar sementes que serão plantadas por quem tem o cuidado de não só passar, mas de deixar. A felicidade se busca com um olhar mais aguçado da beleza que está em nossa volta e que muitas vezes, só nós não percebemos.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Minha opinião sobre o aborto (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)

Primeira, analisando argumentos biológicos e legais, entendo que o feto é um ser humano, então deve possuir os mesmo direitos que qualquer indivíduo, adulto ou não, nascido ou não. Não há como traçar uma linha (que seja livre de contestações) na qual se possa determinar quando o feto passa a ser uma pessoa ou a possuir vida, então o melhor é partir do pressuposto que se trata de uma vida desde o momento da concepção. Toda pessoa tem direito à vida, logo, o feto também deve possuir esse direito. A mãe deve ter o direito de decidir sobre o que ocorre com o seu corpo, mas não com o corpo que está em seu útero. A grávida tem obrigação moral de suportar os meses da gestação e parir seu filho. O primeiro argumento que sempre surge contra a opinião cristã sobre o aborto é: “E no caso de estupro e/ou incesto?”. Por mais horrível que fosse ficar grávida como resultado de um estupro e/ou incesto, isto torna o assassinato de um bebê a resposta certa? Dois erros não fazem um acerto. A criança resultante de estupro/incesto pode ser dada para adoção por uma família amável incapaz de ter filhos por conta própria – ou a criança pode ser criada pela mãe. Mais uma vez, o bebê não deve ser punido pelos atos malignos do seu pai. Mesmo que o feto não possa ser considerado “vivo” antes de desenvolver um sistema nervoso central, ainda assim ele é uma vida em potencial, já que se desenvolverá se a gravidez não for interrompida. O feto sofre durante o aborto e se a mãe não o quer criar, que o doe, pois há uma listagem gigante de casais que não podem ter filhos e anseiam por isso. Biblicamente falando, sobre o aborto há inúmeros ensinamentos nas Escrituras que deixam muitíssimo clara qual é a visão de Deus sobre o aborto. Jeremias 1:5 nos diz que Deus nos conhece antes de nos formar no útero. Êxodo 21:22-25 dá a mesma pena a alguém que comete um homicídio e para quem causa a morte de um bebê no útero. Isto indica claramente que Deus considera um bebê no útero como um ser humano tanto quanto um adulto. Para o cristão, o aborto não é uma questão sobre a qual a mulher tem o direito de escolher. É uma questão de vida ou morte de um ser humano feito à imagem de Deus (Gênesis 1:26-27; 9:6).

quinta-feira, 12 de junho de 2014

Minha opinião sobre a teologia da prosperidade - Por Pr Gesiel de Souza Oliveira


A teologia da prosperidade é uma aberração, à luz da Bíblia. Por quê? Porque ela é reducionista, minimalista e prioriza a prosperidade material. Ela faz com que toda a mensagem da Bíblia se reduza em torno de conquistas materiais, de dinheiro, bens e riquezas. Induz ao falso pensamento de que a ausência de uma vida confortável é sinal de prova, derrota ou que a sua benção ainda não chegou. Induz também o crente a supervalorizar as coisas desta vida terrena e passageira, em detrimento das “coisas que são de cima” (Cl 3.1,2; 1 Co 15.57). Provoca uma inversão de valores priorizando o TER antes do SER. Não é porque sou contrário à teologia da prosperidade que serei, por causa disso, favorável à teologia da miséria. Afinal, a Bíblia diz que devemos nos CONTENTAR com o que temos, e não nos CONFORMAR com o que temos (Fp 4.11-13; 1 Tm 6.8-10). Conformar-se é uma coisa. Contentar-se, outra bem distinta. Posso estar contente com um emprego, pois o contentamento vem do Senhor e é um estado de espirito motivado pelas circunstâncias. Mas não preciso me conformar com isso, pois Deus pode me dar um emprego melhor, bastando que possua fé no Senhor, iniciativa e perseverança. Então que fique claro, sou contra a teologia da prosperidade sim, mas também sou contra a ideia de que não se deva colaborar, contribuir e dizimar à obra do Senhor, que mantém-se dessa única fonte e possui base bíblica. Sou favorável que o sacerdote sobreviva do mister do seu ministério, mas sou contra excessos, dispêndios fúteis e malversação dessas doações. Sou contra a teologia da prosperidade, mas também sou contra a ideia de espiritualização excessiva, que leva à má interpretação de que a prosperidade material e espiritual não deva ser buscada. O que não se pode permitir é que essa busca substitua ou torça a mensagem do evangelho salvífico.

Por Gesiel de Souza Oliveira
Vice presidente da Assembleia de Deus Zona Norte de Macapá
Twitter: @PrGesiel_

domingo, 8 de junho de 2014

Erros do nosso calendário Gregoriano - Por Gesiel de Souza Oliveira

Você acreditaria que hoje é 19.06.2017 e não 08.06.2014? Leia meu texto Erros do nosso calendário Gregoriano. Por Gesiel Oliveira (Geógrafo, Teólogo e Bacharel em Direito). Curiosidade temporal que poucos conhecem: Não estamos em 08.06.2014 e sim em 19.06.2017. Conheça os erros do nosso calendário Gregoriano, que suprimiu 11 dias em apenas uma hora no ano de 4 de outubro de 1582 e incorporou uma série de erros. Leia o texto a seguir. 

No século 15, o calendário juliano estava atrasado em aproximadamente uma semana em relação ao calendário solar (cuja marcação é baseada nos movimentos do Sol) - então, a primavera no Hemisfério Norte caía por volta de 12 de março ao invés do dia 21. A Igreja Católica decidiu que uma reforma era necessária, e chamou astrônomos para propor alterações no calendário oficial. No Concílio de Trento, em 1545, foi dada autorização para a reforma fosse feita - e após anos de cálculos e discussões, o papa Gregório XIII ordenou que o dia 4 de outubro de 1582 fosse o último do calendário juliano. O dia seguinte seria uma sexta-feira, 15 de outubro: ou seja, 11 dias foram omitidos em apenas algumas horas.

Outro ponto muito questionável é o mês de fevereiro e a tentativa de compensação do tempo que se faz a cada 4 anos, no ano bissexto, onde se acrescenta o dia 29.
Para que houvesse precisão a longo prazo, foi adotada uma fórmula sugerida pelo cronologista do Vaticano Aloysius Giglio, segundo a qual a cada quatro anos ocorre um ano bissexto - a não ser que o ano represente a virada de um século (como 1700 ou 1800). Os anos seculares só são considerados bissextos se forem divisíveis por 400 (como 1600 e 2000). Essa regra eliminava três anos bissextos em quatro séculos, tornando o calendário suficientemente preciso. Assim, o atraso de três dias em cada 400 anos observado no calendário juliano desaparecia.

Boatos de que houve protestos contra a adoção do calendário gregoriano - sob gritos de "deem nossos 11 dias de volta!" - são mencionados em alguns livros de história, porém não há confirmação de que tenham mesmo ocorrido. A reforma gregoriana não foi adotada no Ocidente de maneira imediatada. Apesar de muitos países católicos terem adotado o novo calendário papal logo em 1582, os príncipes protestantes da Europa preferiram ignorar a bula e continuaram a utilizar o calendário juliano. Apenas em 1700 a Alemanha e os Países Baixos passaram a usar o novo calendário. No Reino Unido e suas colônias, a mudança só aconteceu em 1752.

Apesar da larga adoção atual do calendário gregoriano, ainda há falhas: mesmo com a regra revisada sobre anos bissextos, um ano no calendário gregoriano tem aproximadamente 26 segundos a mais que o período orbital da Terra. Essa discrepância, porém, só significa um dia a mais a cada 3.323 anos. 

Portanto hoje, dia 08.06.2014 na verdade seria, corrigidos os erros, dia 19.06.2017. Entenda o cálculo. Esse ano de 2014, o certo seria o ano de 2017, pois as datas começaram a ser contados no ano 1 e não no Zero, logo estamos 1 ano no futuro, então tiramos 1 ano do ano atual. Além disso em 531 D.C. foi calculado o nascimento de Cristo errado em 4 anos, ele começou a ser contado 4 anos atrasado, com base em achados arqueológicos da tumba de Pôncio Pilatos, e logo acrescentamos 4 anos no nosso ano atual. Lembrando também que o papa Gregório XIII, ordenou que o dia 4 de outubro de 1582 fosse o último do calendário juliano e que o dia seguinte passaria a ser uma sexta-feira, 15 de outubro: ou seja, 11 dias foram omitidos em apenas algumas horas.

Se tirarmos 1 ano e acrescentarmos 4 ficaremos com 3 positivo (-1+4=3), logo estamos no ano de 2017. Acrescente a isso mais 11 dias o que acrescentaria em nosso calendário 3 anos e 11 dias = 19.06.2017.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

A mais linda flor


Certa vez eu queria me afastar de tudo, procurei a praça beira rio, um lugar onde eu pudesse estar mais só, e pudesse pensar mais e refletir sobre meus problemas e sobre a tristeza que enfrentava na minha vida naquele momento. Quando sentei na grama desiludido da vida, com boas razões para chorar, pois tinha a impressão que o mundo estava desabando e tentando me afundar. E se não fosse razão suficiente para arruinar o dia, um garoto ofegante, que estava cansado de tanto correr, chegou suado mas muito alegre perto de mim. Ele aparentava ter 7 anos, parou na minha frente, cabeça baixa e olhando pra longe, e disse cheio de alegria: 
- Veja o que encontrei ali atrás, que lindo! 
Na sua mão tinha uma flor. E que visão lamentável! Estava toda murcha com muitas pétalas caídas. 
Querendo ver-me livre o mais rápido possível do garoto com sua flor murcha, fingi um sorriso sem graça e me virei para o outro lado. 
Mas ao invés de recuar, ele sentou-se mais próximo e ao meu lado, levou a flor ao seu nariz e falou com estranha surpresa: 
- O cheiro é ótimo, e ela é tão bonita também... Por isso a peguei. Pegue-a, é sua, eu trouxe pra você! 
A flor que ele me deu estava morta ou morrendo. Nenhum pouco bonita, mas eu sabia que tinha que pegá-la para ver se ele ia logo embora e me deixava só com as minhas tristezas, ou ele jamais sairia de lá. Então me estendi para pegá-la, e de forma áspera falei: 
- Dê-me essa flor aqui! 
Mas, ao invés de colocá-la na minha mão, ele a segurou no ar sem qualquer razão e senso de direção, ele a afastou da minha direção em um movimento estranho. 
Foi somente nessa hora que notei, pela primeira vez, que o garoto era cego, e que não podia ver a flor que tinha em suas mãos. Senti minha voz sumir naquela hora. Senti um nó na garganta. Lágrimas despontaram ao sol daquele fim de tarde, enquanto lhe agradecia por escolher a melhor flor daquele jardim. Refleti.
- De nada... - respondeu-me sorrindo. 
E então voltou a brincar sem perceber o impacto que ele tinha provocado na minha vida naquele dia. 
Sentei-me e comecei a pensar como ele conseguiu enxergar um homem tão cheio de mágoas como eu?. Como ele sabia do meu sofrimento interior, que desapareceu com a lição que aprendi naquele dia? Talvez no seu coração ele tenha sido abençoado com a verdadeira visão transcendental, aquela que vê o coração. 
Através dos olhos de uma criança cega, finalmente entendi que o problema não era o mundo, e sim EU! E por todos os momentos em que eu mesmo fui cego, agradeci por ver a beleza da vida e apreciar cada segundo que é só meu. Então levei aquela flor ao meu nariz e senti a fragrância de uma bela flor, uma beleza que só eu não conseguia enxergar. Sorri enquanto via aquele garoto se afastando. Ele plantou em mim uma semente que me fez ver um outro sentido da vida. Assim como a água dá à planta o milagre das flores, um espírito alegre faz brotar em nós uma vida de felicidade permanente. As melhores coisas da vida são vistas não com os olhos, mas com o coração!

Contra a vontade da Mesa, Ivan Bastos retorna à Tesouraria da CGADB

Em cumprimento à segunda carta precatória expedida pelo juiz de Manaus, o Oficial de Justiça cumpriu ontem (08), na sede da CGADB, a reintegração do pastor Ivan Bastos não só como membro da entidade, mas no cargo de 1° Tesoureiro, para o qual foi eleito na AGO realizada em abril do ano passado. 

A boa notícia é que não foi preciso o uso da força policial. Diferente da outra vez, as chaves da tesouraria foram entregues ao pastor Cláudio Dias, que funcionou como Tesoureiro-Adjunto, mas curiosamente não havia nenhum funcionário no setor, embora tenham deixado para trás os seus pertences pessoais. Fica a impressão que tenham sido orientados a agir assim. 

Os computadores estavam protegidos por senha e não havia nenhuma documentação de caixa ou bancária, fatos que serão comunicados ao juiz, pois descumprem a decisão judicial, uma vez que a ausência desse instrumental inviabiliza o Tesoureiro de cumprir a sua missão. De qualquer modo, foi emitida a passagem em favor do pastor Ivan Bastos, que, amanhã, viajará para São Paulo para participar da reunião da Mesa Diretora.

A única nota dissonante foi que os funcionários da Secretaria, por orientação do Secretário-Adjunto, não quiseram protocolar a Representação do convencional Cláudio Dias, na qual alega ações de prevaricação do presidente da Mesa Diretora, pastor José Wellington Bezerra da Costa. Mas segundo informações ela será reapresentada em hora oportuna.

Quem sabe a partir de agora os diretores da CGADB optem pelo caminho da paz? De qualquer modo, o Tesoureiro tem uma tarefa hercúlea pela frente: tirar o jabuti da árvore.

Veja o despacho da justiça amazonense:

Fonte: blog do Pr Geremias do Couto geremiasdocouto.blogspot.com

sexta-feira, 28 de março de 2014

Melhor mesmo é ser “ridículo” e feliz. (By Pr Gesiel Oliveira)


Nossa vida já é demais carregada de formalidades. A felicidade inevitavelmente traz consigo a informalidade, a brincadeira, a alegria infantil. Refiro-me ao brincar, ao correr, ao gritar de alegria, ao pular, nadar, pintar a cara, fazer careta, abrir os braços e voar correndo como uma criança, ao aproveitar a vida de uma maneira menos formal. Cada vez que vejo alguém dizendo: “não faça isso, porque isso vai lhe parecer ridículo!”, me pergunto: “o que verdadeiramente nos proporciona a felicidade? a aparência formal ou a informalidade da alegria espontânea?. Se as pessoas continuarão a falar de nós sendo formais ou informais, prefiro escolher o que me faz sentir feliz. Prefiro ser chamado de “ridículo” que “depressivo”. Deixe a formalidade para o seu momento certo. Ouça a voz da felicidade e não da aparência. Siga os conselhos da alegria e não do medo do que vão pensar de você. Para ser feliz, você tem a tarefa de primeiro buscar o que te faz feliz, antes de buscar o que agradar aos outros. A experiência nos ensina que a vida bem vivida não é aquela orientada pela aparência, dinheiro, aquisições, status social ou nível intelectual, e sim pela busca da paz interior nos pequenos detalhes. Assim como a água dá à planta o milagre das flores, um espírito alegre faz brotar em nós uma vida de felicidade permanente. Quem disse que tudo na vida tem de ser orientado por conselho de pessoas que “tudo sabem”?. De que adianta viver a vida aprisionado aos medos e conselhos de quem nunca tentou, ou de quem desistiu ? Será melhor viver uma vida seguindo conselhos dos outros ou viver aprendendo com as nossas próprias tentativas? Só vive feliz quem sabe conviver desligado da opinião dos outros, focado nos seus objetivos, e dando gargalhada da vida, na topada, na queda e no levantar. A felicidade se busca com um olhar mais aguçado da beleza que está em nossa volta, da alegria descontraída e informal que está perto de nós, e que muitas vezes, só nós não percebemos, por valorizarmos mais o que aparentamos ser aos olhos dos outros, do que o que realmente nos faz sentir bem. Seja mais “ridículo” e menos “formal” e a vida vai te mostrar que a verdadeira felicidade não está naquilo que se pode ver, ou aparenta ser, mas naquilo que podemos sentir.

sexta-feira, 14 de março de 2014

Estudo de capacitação para professores da EBD

Aconteceu no dia 15 de março o estudo de capacitação para professores da escola bíblica dominical, com o tema: "EBD, a família e os novos desafios da pós-modernidade", que foi coordenado pelo Departamento da EBD da Catedral da ADZN, por meio de seu superintendente geral, Pr Itrã Brito. Os palestrantes foram o Pr Gesiel de Souza Oliveira (vice-presidente da COMADEZON), a Pra Irene Lima (coordenadora do MAAD, Ministério de Adolescentes da AD - A Pioneira) e Pedagoga Ane Melo. Veja abaixo o slide apresentado pelo Pr Gesiel Oliveira na ministração do curso.