quarta-feira, 25 de março de 2015

Geração Crtl+C , Crtl+V (Por Gesiel de Souza Oliveira)


Hoje ao comprar pão pela manhã na panificadora, dei uma nota de R$10 e minha compra custou apenas R$ 3,50. A moça do caixa teve de puxar uma calculadora para poder me repassar o troco de R$6,50. Voltei pra casa pensando nisso, pensando nesse nosso mundo moderno que trouxe consigo uma praticidade que faz o ser humano pensar cada vez menos, gastar cada vez menos energia por causa desse pragmatismo sedentário do mundo pós-moderno. Veja só que para aumentar o volume da TV não precisamos mais nos levantarmos e irmos até ela, há o controle remoto. Para evitar subir escadas, há escadas rolantes e elevadores. Para evitar gastarmos energia subindo os vidros do carro, há o controle eletrônico de travamento com subida de vidros automática. Nem mesmo vamos à esquina sem ter de dar a partida no carro ou moto. O pior de tudo, e como consequência desse excesso de facilidades, é o surgimento de uma nova geração que chamo de “geração Crtl+C , Crtl+V”, onde a criatividade, iniciativa e inovação estão sendo deixadas cada mais para trás. Vemos jornalistas, internautas e profissionais da comunicação que repassam notícias sem ao menos buscar suas fontes. Surgem factoides que se multiplicam, em tempo de banda larga e mentes estreitas, na velocidade de um medíocre compartilhamento, repasse ou republicação sem sequer terem o cuidado de saber a verdade. Vemos trabalhos escolares que se resumem a um simples comando “copiar+colar” de um site qualquer que sequer conhecemos a veracidade de suas fontes. Multiplicam-se jovens cada vez mais próximos de quem está longe e distantes de quem está perto, isolados e cada vez mais perdidos nas futilidades de seus mundos virtuais. Multiplicam-se pessoas que leem cada vez menos e gastam seus tempos com trivialidades e entretenimentos prescindíveis da mídia hodierna que empobrecem ainda mais o já limitado e tacanho mundo desses seres humanos. Como resultado temos adultos acríticos, alienados, apolíticos, manipuláveis e sem senso mínimo e parâmetros para se posicionar em relação a qualquer assunto que exija o mínimo de raciocínio. Pessoas que curtem e repassam uma imagem na internet em suas redes sociais (especialmente se for de gozação ou ironia, e que recebeu já pronta), mas se negam a ler qualquer texto ou artigo que tenha mais de quatro linhas. Esse é o dito mundo moderno que vivemos, onde a velocidade de transmissão de informações cresce na proporção inversa da capacidade de raciocínio da maioria da população. Enquanto continuarmos reproduzindo mentes que repetem, não conseguiremos multiplicar mentes que pensam e inovam. Absorver algo sem compreender suas reais motivações é mais fácil, por isso é alienante. Esse estímulo à reprodução e replicação acríticas tem sempre uma motivação, pois para todo manipulável há uma manipulador. O processo ensino-aprendizagem de um país que pretende crescer em educação, não deve estimular o ato de gravar, reproduzir e copiar, e sim de aplicar novos métodos, inovações, pois não se trata de ter “memória fotográfica” e sim de saber usar a lógica aplicável e criativa. Não se trata de repetição e sim de criatividade. O estudante ideal não é aquele que pensa que está aprendendo ao decorar, mas sim aquele que sabe como e onde aplicar o conteúdo aprendido, que sabe onde encontrar o conhecimento sempre que precisar, que sabe como buscar e encontrar soluções, e quando não houver respostas aparentes, sabe ter a iniciativa de buscar e criar novas soluções.

O chorume de malignidades da maior emissora brasileira (Por Gesiel de Souza Oliveira)


Ladeira abaixo vai o nível do conteúdo da televisão aberta brasileira, especialmente a maior emissora que tem tomado como padrão de difusão a contrariedade, ridicularização e insulto aos princípios que sempre regeram as famílias de bem, igreja, cristãos e a população em geral que repudia esse conteúdo. Essa emissora sempre usa como subterfúgio e justificativa a alegação de liberdade de expressão e preconceito contra todos que não aceitem o que de mais imoral é despejado diariamente goela abaixo pela TV em milhões de lares brasileiros no horário nobre. Não sou contra nenhum grupo, e também não sou contra a liberdade de expressão, bem como não sou contra quem concorde com a ideologia dessa emissora. Sou sim contra esse maniqueísmo ardilosamente arquitetado que põem qualquer pessoa que se oponha às suas mais insanas ideias e difusões comportamentais, como preconceituoso, homofóbico ou fundamentalista. Eu tenho a liberdade de discordar, de não aceitar, de criticar e de me posicionar contra tudo isso. Mas sempre que atacamos essa podridão, somos logo tachados de fundamentalistas. É insana a ideia que eles querem vender de que é natural ver duas senhoras idosas de 85 anos se acariciando e se beijando lascivamente em pleno horário nobre. Também é ilusório achar que basta desligar o televisor para resolver o problema, pois infelizmente milhões de crianças, adolescentes e jovens ficam expostos a esse deletério conteúdo pornográfico, maligno, imoral, pois muitos pais nesse horário estão trabalhando e deixam seus filhos em casa, milhões de famílias que nesse horário estão reunidas em praças, restaurantes e lugares públicos e ficam expostos a todo esse lixo moral, onde exista um televisor ligado. Lembrando que não estamos a julgar ninguém aqui, estamos apenas a alertar sobre o joio, sobre o evangelho adulterado falado em Mt 24. Não estamos neste mundo inertes, não concordo com a ideia de um cristão covarde que já tem na ponta da língua expressões do tipo: “não adianta fazer nada, é assim mesmo, isso deve acontecer para que venha o fim”. O próprio Apóstolo Paulo nos recomenda: "E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus." (Romanos 12:2). Quero dizer que nada tenho contra qualquer grupo, ou contra quem concorda com essas perniciosidade e insanidades propaladas por essa emissora, mas não concordo com a ideia de que isso seja colocado goela abaixo dentro de nossos lares seja pela TV, internet, rádio, ou por qualquer outra mídia. Uma coisa é respeitar as diferenças, outra bem distinta é não aceitar imposições filosóficas, ideológicas e comportamentais distorcidas. Muitos lerão esse meu artigo e logo dirão que “estamos julgando os outros” e que devemos “amar o próximo como a nós mesmos”. Quanto a isso é preciso saber que Jesus Cristo perdoa sim, como perdoou a mulher adúltera, mas também é necessário saber que Ele disse à ela depois de perdoá-la: "vá e não peques mais!". Eis a diferença entre perdão real e incontinência pecaminosa. Eles querem falar do amor de Jesus mas não querem aceitar a verdade do seu evangelho, essa é realidade. Não conhecem nada de Bíblia e vem logo a vociferar frases genéricas e pinçadas de trechos isolados dela, para tentar justificar e passar a falsa ideia que este livro fundamenta essas práticas pecaminosas. Deus é amor, mas não esqueça que um dos seus nomes é “Tsekenu Yaveh”, que significa: “O Senhor é justiça”. Outros nos criticarão alegando que “dentro da nossa própria igreja há pessoas que cometem escândalos”, e isso é verdade, mas não podemos olhar e nos pautar pelos erros de seres humanos, pois eles são falhos e erros sempre haverão em qualquer agrupamento humano. Cabe identificá-los e corrigi-los. O que não podemos é orientar a nossa conduta pelo que há de pior, pelos erros e falhas dos outros, pois quem olha para o homem cai, mas quem segue olhando para Jesus prossegue firme. O lixo de programação desta emissora em suas novelas fazem aberta apologia à traição, prostituição, engano, trapaça, ódio, vingança, corrupção, aborto, drogas, homicídio doloso, etc, e querem nos fazer engolir esse chorume de indignidades com a capa de naturalidade, legalidade e garantia da liberdade de expressão e respeito às diferenças de pensamento e ideologia. Nunca! Acordem famílias de bem, acorda povo que sonha com um futuro melhor para a nossa nação, atentem para o alerta de Apocalipse 17. 4-5 que assim diz: “E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição; E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande BABILÔNIA, a mãe das prostituições e abominações da terra”. A Bíblia relata que o pecado desenfreado da Babilônia foi a causa de sua autodestruição. O aprendizado desformado da criança hoje gera homens desenfreados e sem limites amanhã. O bem por si só se multiplica, mas o mal por si só se autodestrói. Tudo tem um sentido nesse jogo televisivo, tudo tem uma finalidade elaborada por mentes maquiavélicas que arquitetam a derrocada dos alicerces da família cristã brasileira, pois atacam nossos filhos, atacam os que estão em formação comportamental, psicológica, moral, sexual e ideológica. Atacam o hoje visando destruir o nosso amanhã.

sábado, 21 de março de 2015

Curso de Capacitação ao Diaconato - Pr Gesiel de Souza Oliveira


Apostila 1:



Apostila 2:



Slides - Aula do Pr Gesiel Oliveira

 



terça-feira, 17 de março de 2015

Olhar, acreditar e voar (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)



Como a dor que os outros não compreendem
Como um olhar que ninguém entende

Eu sonhava ir mais longe, e mais alto voar
Sem mais poder me desvencilhar

O medo e as frustrações se encarregaram de me parar
E aos poucos fui me acomodando devagar

Mas as circunstâncias e intempéries da vida me agarraram
E sem contar com ninguém, me atormentaram

A angústia me tornou cada dia mais forte
Segui em frente sem mesmo temer a morte

Quando tive a oportunidade não a agarrei
Agora corro devagar, buscando o que pra trás deixei

Como pássaro na noite sem luar
Estou sentindo o vento me tocar

Quero mostrar que posso me libertar
Levantar a cabeça e poder voltar a voar

As correntes que me prendem aos medos das decepções
Não serão maiores que a força das minhas convicções

Só voa alto quem não tem medo de cair
Quero olhar, acreditar, abrir as asas e subir.

domingo, 8 de março de 2015

Homenagem ao dia internacional da mulher (Por Gesiel de Souza Oliveira)


Imagino Deus observando no Jardim
Olhando o homem, e quem sabe pensando assim:

“Do pó da terra fiz o homem viver
Mas uma obra ainda melhor ei de fazer

Farei uma obra perfeita chamada MULHER
Com mais amor, carinho e emoção no que fizer

Com uma certa aparência de fragilidade
Mas com vigor, determinação e coragem”

E da costela daquele bicho feio, mal feito e inacabado
Deus tirou sua obra prima e a colocou do seu lado

Mas há homens que falam, e há até quem acredite
Que Deus fez Adão primeiro, pra Eva não dar palpite

E desde de então nossa vida ficou mais bonita
Com a presença desta obra tão especial e distinta

Que atenta para a razão, mas que é pura emoção
Misto de sentimento, delicadeza e paixão

O homem se acha o tal, forte e independente,
Só até a sua mulher ficar um pouco doente.

O cara corre doido na casa
Parece barata tonta envenenada

Faz uma gororoba e diz que é comida pros parentes
Só então percebe como é tão dependente

Ele não sabe onde fica cada coisa,
E toda hora fica perturbando a sua esposa

Homem completo é aquele que encontrou quem o suporte
Porque sem a mulher não há homem que se diga forte

O homem pensa que é comandante e a mulher tripulante
Mal sabe que no fim das contas ela é o leme, e ele um reclamante

A obra de tão perfeita que ficou, chegou a sobrar
Elas falam tanto, mas só não caia no erro de bocejar

Na hora da saída ele joga qualquer pano e começa a reclamar
Mas a obra prima não sai sem cada detalhe observar

Nunca tire uma foto da obra prima sem esperar ela se arrumar
Porque certamente uma confusão você vai arranjar

Com respeito das brincadeiras quero nesta data lhe parabenizar
Porque o que seria do nosso mundo sem a mulher para nos suportar

Feliz dia internacional da mulher

sábado, 7 de março de 2015

E agora, o que fazer? (Por Pr Gesiel de Souza Oliveira)

Seu dia começa com um “bip” ininterrupto do celular ou despertador e com um cansaço que traz aquela indecisão: “durmo mais um pouquinho ou me levanto?”. Na verdade nem o dia anterior ainda terminou e o outro já começou antes que você pudesse compreender. Um ponto a mais no cinto, uma “clareira” que começa a ficar mais evidente da cabeça, as reentrâncias da calvície que ficam cada vez maiores, os cabelos brancos que se multiplicam, enfim não dá mais para deixar pra depois, estamos vendo a vida passar, e de uma forma tão cinzenta, tão insossa e tão repetitiva. São os planos e sonhos que seriam para amanhã e já se vão aí vários anos. É aquela viagem que vai perdendo vez para outras trivialidades que desnorteiam o nosso foco, a mudança na voz do filho que você nem sequer percebe. O sol nasce e se põe todos os dias, e nada muda. É sempre a mesma coisa: acorda, café, trajeto, trabalho, retorna, almoço, volta, trabalha, retorna, dorme e tudo novamente no outro dia. Se não houver iniciativa, a tendência é que o tempo vá se encarregando de afastar o nosso foco das coisas verdadeiramente importantes. O comodismo é a âncora do medo. Quando fugimos dos desafios, a rotina se encarrega de arrastar os nossos sonhos para longe. Não reclame dessa rotina, pois você em algum momento optou por estacionar nela, quando escolheu evitar os desafios, as dificuldades e os espinhos do caminho que conduziriam ao seu sonho. Quando o medo do desafio se torna maior que a iniciativa de enfrentá-lo, isso acaba reforçando o ciclo do comodismo que não nos permite avançarmos e sermos felizes. Muitos param por acharem que o conformismo é a melhor saída. Evitam batalhas, dores, choros, mas também evitam conquistas. Muitos não avançam porque vivem esperando o futuro para serem felizes, sem mudar a rota do presente, ancorados em medos do passado. É um engano ficarmos esperando que as coisas mudem sem que nossas atitudes mudem primeiro. Na vontade de alcançar o inalcançável sem esquecer do imprescindível, atendendo o dispensável e focado no improvável, prossiga. Nas nostálgicas sinfonias silogísticas da inenarrável miscelânea sensitiva do que deveria ter ficado atrelado ao pretérito e não ficou, siga. Mesmo em um misto de fatigante passado, irresoluto presente e impresumível futuro, avance!.

quarta-feira, 4 de março de 2015

O tempo não espera (Por Gesiel de Souza Oliveira)



Reclamamos e dizemos que nossa vida não muda, não melhora, que tudo o que desejamos não dá certo, esquecemos de onde viemos e para onde vamos. Queremos sempre mais e mais. Esquecemos de olhar para baixo, nessa escada longa que subimos. Estamos sempre olhando para cima. Acabamos esquecendo de quem segurou essa escada da nossa vida para que nós pudéssemos subir. Comemos, bebemos, trabalhamos, dormimos e permanecemos a reclamar sem sequer lembrar de quem nos deu a mão no momento em que mais precisávamos. Queremos sempre que as coisas mudem para melhor em nossas vidas, mas estamos indiferentes a quem realmente precisa e que sempre esteve perto de nós. Nossa ganância não nos permite mais sentir a dor, sentir a necessidade e as dificuldades dos que nos deram a mão lá no começo de tudo. Temos sempre uma justificativa pronta para retirar a culpa de nossas costas, para fechar os olhos para o que está patente à nossa frente, para nos omitirmos quando poderíamos agir. Esperamos que as coisas mudem, sem que nossas atitudes mudem. Perdemos muito tempo fazendo o dispensável e deixando pra depois o indispensável. Queremos, mas estancamos na vontade. Começamos e paramos constantemente, pois invertemos a ordem de prioridades. A ingratidão não tem memória. Quem costuma fazer o bem deve estar disposto a encarar a ingratidão, a falta de reconhecimento e o desprezo, sem perder a sua boa natureza. É interessante que a pessoa que sempre faz o bem, mesmo que sofra uma decepção, não mudará sua natureza, em estar sempre disposto a ajudar. Queremos que as mãos sempre estejam estendidas em nossa direção, mas nos negamos a estender a mão para quem precisa. Não somos capazes de lembrarmos do que comemos ontem, da data do aniversário do nosso filho, de nossos compromissos com a nossa família, de lembrar se aquela pessoa que nos ajudou tem algo para comer, beber ou vestir, mas nunca esquecemos de nenhum detalhe que envolva o nosso dinheiro, créditos, patrimônio, trabalho e outras trivialidades que nos desnorteiam de nossas metas e nos fazem perder a sensibilidade com o próximo. A crise de prioridades começa quando passamos a valorizar mais quem não nos valoriza e esquecer de quem sempre se importou conosco. A pior crise de prioridades é valorizar quem nos despreza e desprezar quem sempre nos valorizou. Ficamos parados e anestesiados pelo individualismo, pela falsa ideia que o nosso dinheiro nos proporciona. Deixamos de conversar, interagir, sentir, ver, experimentar, e por fim, de viver. Essa condição leva pra longe de nós um belíssimo sentimento: a empatia, que é aquela sensibilidade que nos permite nos imaginarmos, nos colocarmos no lugar de outra pessoa. Refiro-me à capacidade psicológica de sentir o que sentiria uma outra pessoa, caso estivéssemos na mesma situação vivenciada por ela. A ausência do cultivo desse sentimento nos torna mais insensíveis e vazios a cada dia. Para ao final chegarmos a conclusão de que poderíamos ter feito mais. Trocamos a ordem natural das coisas, supervalorizando o fútil e subvalorizando o imprescindível. Deixamos de participar da vida de quem sempre nos amou, seja por falta de tempo, seja por desorganização, seja pelo individualismo, seja pela ingratidão. E tudo de forma que nem percebemos a “inversão de valores”, a “crise de prioridades”, que nos trazem efeitos permanentes e irretroativos. O “estalo” acontece quando nos sobrevém os efeitos de tudo aquilo que plantamos. Normalmente esse “estalo” costuma acontecer tarde demais. Quando queremos aproveitar a vida que passou e não volta mais. Quando olhamos as fotos e percebemos o quanto perdemos dos bons momentos ao lado daquela pessoa. O quanto poderíamos ter feito mais por ela. Mas aí já será tarde demais para fazer o que deveria ter sido feito. Para aproveitar o que deveria ter sido aproveitado. Para viver o que deveria ter sido vivido. Enfim, a verdadeira essência de uma vida feliz e abençoada, reside em saber fazer o bem indistintamente, não nos esquecendo daqueles que nos estenderam a mão no momento em que mais precisamos. A vida é como uma roda gigante, horas estamos lá embaixo, horas estamos lá no alto. A alegria de fazer o bem é a única felicidade verdadeira. Valorize no tempo certo para que a vida não te obrigue a valorizar no tempo errado.