quinta-feira, 26 de setembro de 2013

A “moderna” cultura anticristã

O que temos visto nas últimas décadas é um crescimento quantitativo dos evangélicos, mas em termo de expressão e representação, uma estagnação ou até mesmo um retrocesso. Enquanto a grande mídia vem servindo como plataforma para propalar os ideais do liberalismo anticristão, um processo ganha força a cada dia: o “estereótipo do evangélico incauto e sem expressão social e política”. 

É comum vermos grupos que lutam contra a causa cristã se referindo a evangélicos, como fanáticos, alienados ou insensatos. Por detrás de tudo isso há uma esquerda liberal, que tem tomado os nichos intelectualizados da cultura, universidades e meios de comunicação, especialmente os da grande mídia. Essa ideia tem se robustecida, insuflada pelo fortalecimento de grupos contrários à fé, princípios e família cristã. Na prática uma “minoria barulhenta” pretende ter mais força que uma “maioria sem expressão e de pouca representação”. Na verdade os cristãos demoraram a compreender a necessidade de sua inserção na política, da organização social, no aumento de sua representação, e em entender que nossa vida é regida por leis, e que, portanto o poder do qual emanam essas leis devem ser alvo de um fortalecimento de sua representação. 

Existem dezenas de projetos de leis que afrontam diretamente a igreja, família, princípios cristãos, a Bíblia e que lutam pela minimização da expressão história, social e política e dos cristãos. Há uma grande discrepância entre os dois movimentos. Os cristãos são passivos, já os grupos contrários aos princípios cristãos são impulsionados pelo enfrentamento. Enquanto o primeiro grupo é estereotipado com “antiquado”, o segundo é catapultado como “moderno”. 

Há um processo planejado de desconstituição da cultura cristã, processo sorrateiro, não escancarado, mas carregado de discursos implícitos que potencializam qualquer conduta que vá de encontro a essas minorias. Por outro lado há uma maximização do comportamento contrário aos cristãos, que na maioria das vezes chega a ter caráter apelativo. Um açodado e impositivo processo de massificação da cultura da mudança, da inversão de valores da heteronormatividade, dos fundamentos da família natural e da naturalização do incomum. 

O discurso que antes era proibido em TV aberta, passou a alcançar os horários mais nobres, e agora avança além da simples busca pela aceitação, adentrando no campo da imposição. Eles não buscam direitos e sim privilégios, não buscam o discurso da paz e sim do enfrentamento apelativo. Agora é firmar o passo conjuntamente, organização e fortalecimento da representatividade, pois o avanço não pode ser parado por força de imposição de uma minoria, nem pela omissão dos cristãos.


Gesiel de Souza Oliveira
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