sábado, 17 de fevereiro de 2018

Nunca houve uma “ditadura militar”, mentiram pra você! (Por Prof Gesiel Oliveira)



A expressão "ditadura militar" foi cunhada e insistentemente repetida nas faculdades por radicais extremistas de esquerda que queriam um regime diante do iminente golpe comunista, aos moldes do de Cuba. Jango (Presidente João Goulart) para tentar implantar o comunismo no Brasil, tentou impor um estado de sítio em 1963, que não deu certo. A implantação do regime militar em 1964 veio nesse ínterim para garantir a lei e a ordem que estavam afetadas por esse iminente golpe comunista da esquerda que já estava preparada e organizada. O regime militar estatizou a economia, energia, telefonia, etc. Houve a partir da aí um grande crescimento econômico, na segurança, organizacional, estrutural, etc. Isso é inquestionável. Chamar de "ditadura" é desmerecer a história e os fatos e desconhecer o sentido etimológico no dicionário do que significa uma ditadura.


Aquilo que a esquerda chama de "golpe militar" de 64, na verdade nunca existiu. Na verdade aquilo que a esquerda chamou de golpe foi um contra-golpe aos terroristas e comunistas, pois a intervenção de 64, incluiu o envolvimento de outros setores civis, que foram fundamentais para desestabilizar o governo de Jango, preparar e legitimar a ação dos militares na manutenção da lei e da ordem garantindo o cumprimento da decisão soberana do Congresso Nacional de afastar Jango. Empresários, a Igreja Católica e a própria Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), por exemplo, foram a favor da intervenção militar para assegurar a ordem naquele momento e naquelas condições de uma iminente  ameaça comunista.


Não houve luta armada, nem derramamento de sangue, como por exemplo, aconteceu no Golpe de Pinochet no Chile. O que de fato aconteceu foi um conjunto de eventos ocorridos em 31 de março de 1964 no Brasil, que culminaram, no dia 1º de abril de 1964 quando o presidente João Goulart (Jango) foi afastado pelo Congresso Nacional (e não pelo militares), e em seu lugar, tomou posse o presidente da Câmara, o deputado Ranieri Mazzilli. De acordo com a Constituição da época, Mazzilli ocuparia a presidência por um prazo máximo de 30 dias. Nesse período, o congresso elegeria indiretamente um novo presidente para concluir o mandato do presidente Goulart, que terminaria em 31 de dezembro de 1966. Nesse intervalo de tempo, o general Costa e Silva se auto intitulou Ministro da Guerra e organizou um comando militar, que detinha o poder decisório de fato.



Os comunistas reagiram fortemente com luta armada e muito sangue derramado nas capitais e municípios do interior. Vários grupos guerrilheiros como  a Ação Libertadora Nacional (ALN), o Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8), Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-PALMARES), este último é o grupo onde Dilma Rousseff participou ativamente realizando assaltos a bancos, transportes de cargas e até sequestro de um avião com seu esposo Jorge, que hoje vive em Cuba. Esses movimentos guerrilheiros se multiplicaram, insuflados pela onda comunista de Cuba.


Mas o questionamento que podemos fazer aqui é: Como pode se falar em ditadura com a existência de realização de eleições nesse período para vereadores, deputados, senadores, prefeitos e até para governadores? Em alguma ditadura como na Argentina, Chile, China, Coreia do Norte, houveram eleições? Claro que não! Eleições só existem em regimes democráticos. No entanto durante o regime militar, houveram eleições em outubro de 1965, houve eleições em 11 Estados, sendo que a oposição comunista venceu em dois dos maiores estados Guanabara e Rio de Janeiro. Em que lugar do mundo isso pode ser chamado de ditadura? Na cultura, os militares chegaram a criar a Embrafilme para estimular a cultura. Em qual ditadura no mundo houve isso? Durante o regime militar houveram festivais de música popular em diversos lugares. Em qual ditadura houveram movimentos como a passeata dos 100 mil que aconteceu no RJ? Se fosse ditadura de fato, nem chegavam a se aglomerar, pois a polícia ia dispersar com pancadaria, agressões e mortes. Existia imunidade parlamentar para livre manifestação para os deputados durante o regime militar. Qual ditadura isso existe? Um partido comunista existiu durante o regime militar. Qual ditadura isso existiu? Não existe ditadura com comícios gigantescos, passeatas com um milhão nas ruas. Não existe ditadura com liberdade na política. Os números de mortos são outro indicador que revela que não houve ditadura no Brasil e sim um regime militar de garantia da lei e da ordem.


O site Global Museum on Communism (Museu Global do Comunismo, em inglês, disponível no endereço www.globalmuseumoncommunism.org) fez um levantamento e constatou que as ditaduras comunistas em todo mundo já mataram mais de 100 milhões de pessoas em todo mundo, mortos por líderes comunistas como Lenin, Stalin, Mao Zedong, Ho Chi Minh, Pol Pot, Fidel Castro,  entre outros ditadores responsáveis pelo “século de terror comunista".  A China lidera o ranking, com o número estimado de mortes de 65 milhões de mortos pelo Partido Comunista. Em seguida, aparecem União Soviética, 20 milhões; Camboja, 2 milhões; Coreia do Norte, 2 milhões; países africanos, 1,7 milhão; Afeganistão, 1,5 milhão; países comunistas do leste europeu, 1 milhão; Vietnã, 1 milhão; América Latina, 150 mil; entre outros.


Já no Brasil ao longo de todo período militar (1964 a 1985) morreram apenas 434 pessoas (já incluindo mortos e desaparecidos) segundo o que foi levantado pela comissão Nacional da Verdade, isso com números bastantes exagerados. Sendo que a maioria esmagadora desses aí, foram terrorista, comunistas mortos na guerrilha do Araguaia.


Então para finalizar de vez com essa farsa de “ditadura militar”, se você aprendeu história com aquele professor barbudão, com aquela bolsa com alça pelo pescoço, que usava camisa vermelha do Che Guevara, que fumava maconha e sempre chegava “noiado” para dar aulas, lamento muito lhe informar, mas você não aprendeu história, e sim foi doutrinado academicamente pela esquerda comunista, que até hoje está infiltrada fortemente nas faculdades brasileiras e só repete a mesma cantilena de “GOLPE”, “DITADURA” e “NÃO PASSARÃO”. Chega dessa farsa educacional, vamos conhecer a verdade, escondida dentro de livros nas  bibliotecas empoeiradas.

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