segunda-feira, 24 de junho de 2013

“Quero porque quero”!

Muito lamentável o que está acontecendo por iniciativa da CGADB. Além de não obedecer aos procedimentos administrativos, aplicando pena prevista de desligamento para ato previsto no estatuto como simples advertência, ainda o faz com base em fato anterior à data em que o Pr Ivan Bastos era membro da mesa, ou seja, aplica-lhe pena como membro da mesa a fato supostamente cometido quando ainda não era tesoureiro da mesa. Há uma evidente intenção de macular a imagem do grupo do pastor de Belém do Pará, convocando AGE para 02 de setembro, exatamente na casa de uma das partes envolvidas e mais interessadas na celeridade do ato. Nessa CGADB eu já vi de tudo, de desrespeito aos princípios constitucionais de ampla defesa e contraditório, ao desligamento em tempo recorde da parte contrária. Vocês ainda não pararam para se perguntar, porque o Pastor Samuel Câmara ganha todas as ações na justiça? . A resposta é ululante: porque eles trabalham constantemente fazendo uso da arbitrariedade. Em nova resolução, que repristinou a Resolução 01/12, determinou-se que a anuidade seja majorada para R$120,00 (cento e vinte reais), o valor da carteira para R$20,00 (vinte reais), além de estabelecer o IGP - M como indexador automático oficial para as próximas majorações, tendo como data-base o mês de maio. Isso tudo desvela a obscura manobra da mesa para dificultar ao máximo o acesso às dependências do templo do Belenzinho em São Paulo, que inclusive vai realizar as sessões a portas fechadas, e onde a sentença já está pronta e ordem já está dada. Não se trata de ir buscar em São Paulo, como manda o Estatuto, uma análise do plenário e garantir a defesa, pelo contrário, a própria redação que foi noticiada no site da CGDB, já deixa claro que se trata unicamente de “execução clara de ordem”. As coisas dentro dessa instituição caminham assim, ao “chicote da arbitrariedade” e na força do “voto de cabresto”. Veja mais um exemplo de cerceamento de defesa: o Pastor Samuel Câmara encaminhou através de seu representante legal junto à CGADB, pedido de acesso ao processo que levou a Mesa Diretora a lhe desligar da entidade, e mais uma vez lhe foi negado. Isso aconteceu hoje (24.06), conforme se extrai da situação relatada no seu perfil do Facebook do Pastor Samuel. Volto a repetir o que já escrevi em outro artigo, quando se trata de julgamento da parte contrária o rito é o “sumarissíssimo” (neologismo que melhor expressa a situação, por ser mais rápido que o sumaríssimo), mesmo que para isso seja necessário atropelar todas as regras estatutárias, regimentais e legais. Escrevam aí, o Pr Samuel Câmara vai ganhar mais essa, até porque são visíveis os vícios formais, procedimentais e o cerceamento do direito de defesa e contraditório, praticados contra ele. E ainda digo mais, os advogados com esses sólidos argumentos, ainda poderão reverter a realização dessa AGE, visto a clara intencionalidade,  forma e circunstância em que foi convocada com um fim vexatório, abrindo caminho para a perpetuação em 2017 dessa teimosa oligarquia, que engole camelo e se engasga com mosquito. Não houve falta de decoro por parte do Presidente da CGADB, ao criar um templo central em Belém do Pará, dentro da circunscrição do Pr Samuel Câmara? Ou ao realizar uma festa paralela ao centenário dentro de Belém? Resta saber até quando o grupo comandando por Câmara vai suportar esse jogo de liminares, essa ausência de diálogo e essa enxurrada de arbitrariedades. Bem, pelo visto, a alegação do conceito de falta de decoro, é imputação exclusiva de uma das partes. Informações fidedignas nos dão conta de que a base de apoio do pastor de Belém, engrossa cada dia mais o coro, no sentido de uma saída em massa da CGADB, mas o pastor continua relutante. Vamos aguardar os próximos passos.

Pr Gesiel de Souza Oliveira

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